[{"data":1,"prerenderedAt":40},["ShallowReactive",2],{"albizia-coriaria":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":12,"slug":34,"description":35,"planting_instructions":36,"short_description":37,"cover":38,"comments":39},"69fc61cbac12de0022637abd",[],[],[],[],[],"2972898","Albizia coriaria Welw. ex Oliv.","Albizia coriaria",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32],{"url":15},"https://object.jacq.org/europeana/DR/1639071.jpg",{"url":17},"https://object.jacq.org/europeana/DR/1212340.jpg",{"url":19},"https://oxalis.br.fgov.be/images/BR0/000/024/397/407/BR0000024397407.jpg",{"url":21},"https://medialib.naturalis.nl/file/id/WAG.1961731/format/large",{"url":23},"https://medialib.naturalis.nl/file/id/WAG.1961730/format/large",{"url":25},"https://d2jcv3kl45hlgi.cloudfront.net/c192f8cff88851f8a9fa67f68ca5f212.jpg",{"url":27},"https://medialib.naturalis.nl/file/id/WAG.1623627/format/large",{"url":29},"https://d2jcv3kl45hlgi.cloudfront.net/c075a88430a43e7df38e61ad90754464.jpg",{"url":31},"https://d2jcv3kl45hlgi.cloudfront.net/75c041c1fdb795a12b95bfd2b6fd4a17.jpg",{"url":33},"https://images.mobot.org/tropicosimages5/detailimages/TropicosImagesVol5/102106000/4EADB03F-A49A-4BF2-B26E-12ED82BFB3E7.jpg","albizia-coriaria","Albizia coriaria (família Fabaceae) é uma árvore tropical africana bastante conhecida e usada. Abaixo uma descrição detalhada, em linguagem simples.\n\nNome e classificação\n- Nome científico: Albizia coriaria.\n- Família: Fabaceae (leguminosas).\n- Significado do nome: \"coriaria\" refere‑se à textura coriácea (leathery) de partes da planta, como algumas folhas.\n\nDistribuição e habitat\n- Natural de várias regiões da África tropical e subsaariana, ocorrendo em savanas, margens de florestas, capoeiras e vales ripários.\n- Adapta‑se a solos variados, do profundo e fértil ao raso e pedregoso; tolera períodos de seca quando estabelecida, mas prefere locais com alguma umidade.\n\nDescrição morfológica (fácil de reconhecer)\n- Porte: árvore de porte médio a grande; geralmente cresce entre 10 e 25 metros de altura, com tronco bem formado.\n- Casca: casca rugosa, fissurada e de cor que varia do cinzento ao castanho escuro.\n- Folhas: compostas bipinadas (cada folha subdividida em vários pares de pinas e estas em muitos folíolos pequenos). Os folíolos são relativamente pequenos e às vezes com textura levemente coriácea.\n- Flores: pequenas flores reunidas em inflorescências em forma de pompom, com numerosos estames finos e longos que dão aspecto esbranquiçado ou creme ao conjunto — visual parecido com “puff” ou almofada de pó.\n- Frutos: vagens achatadas (legumes) que amadurecem para castanho; contêm várias sementes. As vagens secas podem permanecer na árvore por algum tempo.\n\nEcologia e papel no ecossistema\n- Como leguminosa, está associada a bactérias que fixam nitrogênio no solo, contribuindo para a fertilidade local.\n- Fornece sombra e abrigo para fauna; flores atraem insetos polinizadores.\n- Folhas e vagens podem servir de alimento para animais domésticos e silvestres.\n\nUsos humanos\n- Madeira: usada localmente para construção leve, postes, engenhos de fazenda, móveis simples, lenha e carvão. É madeira de densidade média, fácil de trabalhar.\n- Agroflorestal: frequentemente plantada como árvore de sombreamento em cafezais e plantações de chá e como componente em sistemas de recuperação de solos.\n- Forragem: folhas e ramos jovens são usados como alimento para ruminantes em algumas regiões.\n- Medicinal: em usos tradicionais, partes da árvore (casca, folhas, raízes) são empregadas para tratar dores, problemas digestivos e outras condições — porém recomenda‑se cautela e consulta a profissional de saúde antes de qualquer uso medicinal.\n- Outros: sombra, proteção contra vento e uso ornamental em viveiros e estradas.\n\nPropagação e cultivo\n- Propagação principalmente por sementes. Sementes podem ter tegumento duro; a germinação melhora com escarificação (lixar/regar com água quente por curto período) ou imersão em água morna.\n- Crescimento: relativamente rápido nos primeiros anos; ideal para projetos de recuperação e sombreamento.\n- Exposição: pleno sol a meia‑sombra. Tolera solo pobre, mas responde melhor a solos bem drenados e com boa fertilidade.\n- Cuidados: após o estabelecimento, baixa manutenção; necessidades de irrigação diminuem.\n\nRiscos, pragas e conservação\n- Não é geralmente considerada ameaçada em sua área nativa e é relativamente comum onde ocorre.\n- Pode sofrer ataques ocasionais de insetos ou fungos, como acontece com muitas árvores tropicais, mas não há relatos de pragas devastadoras amplamente conhecidas.\n- Em áreas fora de sua distribuição natural, como acontece com outras espécies de Albizia, pode se naturalizar; é importante avaliar risco de invasão antes de introduzir em novos ecossistemas.\n\nComo identificar no campo (resumo rápido)\n- Árvore média a grande com casca rugosa e tronco direito.\n- Folhas bipinadas com muitos folíolos pequenos, às vezes com textura um pouco coriácea.\n- Flores em “pompons” esbranquiçados/creme, aparência de muitos estames longos.\n- Vagens achatadas e castanhas ao amadurecer.\n\nSe quiser, posso:\n- enviar fotos para referência (se você me fornecer imagens),\n- comparar Albizia coriaria com outras espécies de Albizia para evitar confusão,\n- ou indicar práticas de cultivo específicas para sua região.","Resumo rápido\n- Albizia coriaria é uma leguminosa arbórea de crescimento rápido usada em sistemas agroflorestais para sombra, forragem, madeira, lenha e melhoria do solo (fixa nitrogénio em associação com microrganismos). Prefere clima tropical/subtropical e sol pleno. Verifique sempre se não é classificada como espécie invasora na sua região antes de plantar.\n\nClima e solo\n- Clima: tropical a subtropical, tolera estações secas curtas; melhor em baixas a médias altitudes.\n- Chuva: adapta‑se a regimes com 700–2.000 mm/ano (varia por local), prefere chuvas regulares no estabelecimento.\n- Solo: tolerante a solos pobres e ácidos, mas cresce melhor em solos bem drenados, férteis e profundos. Evitar solos permanentemente encharcados.\n\nPropagação\n1. Sementes (método mais usado)\n   - As sementes têm tegumento duro. Pré‑tratamento: escarificação mecânica (raspar um pouco a casca) ou imersão em água quente (verter água quase a ferver e deixar arrefecer e as sementes de 12–24 h) ou cortar pequena porção do tegumento. Estes métodos aumentam a germinação.\n   - Germinação: costuma ocorrer em 7–21 dias após o tratamento, dependendo das condições.\n   - Viabilidade: guardar sementes em local seco e fresco; a germinação diminui com o tempo.\n\n2. Estacas/cortantes\n   - Pode enrizar a partir de estacas semi‑lenhosas com hormona enraizante em viveiro com ambiente húmido/mist, mas é menos comum e exige mais cuidados.\n\nProdução em viveiro\n- Sementeira em tabuleiros ou sacos de viveiro com substrato bem drenado (terra vegetal + composto + areia).\n- Temperatura: quente e luz difusa. Manter húmido, evitar encharcamento.\n- Transplantar para sacos quando as mudas tiverem 20–40 cm e raízes bem formadas.\n\nPlantio em campo\n- Época: início da estação chuvosa para maior sobrevivência.\n- Covas: 30–50 cm de largura/profundidade, dependendo do tamanho da muda.\n- Adicionar composto/esterco bem curtido se o solo for pobre; não exagerar em nitrogénio (é leguminosa).\n- Espaçamento: conforme uso\n  - Sombra/isolada para árvore: 8–12 m entre árvores.\n  - Sistemas agroflorestais/linhas: 4–8 m entre plantas na fileira e 8–12 m entre fileiras (ajuste conforme objetivo).\n- Plantar a muda ao mesmo nível do torrão, firmar o solo e regar bem.\n\nCuidados nos primeiros anos\n- Rega: regar regularmente durante os primeiros 1–2 anos para estabelecimento; depois tolera alguma seca, mas crescerá melhor com chuvas regulares.\n- Cobertura morta (mulch): aplicar 5–10 cm de palhada/composto à volta da base, deixando um espaço de alguns cm do tronco para evitar apodrecimento; reduz perda de água e controla plantas invasoras.\n- Capinar/retirar ervas competidoras ao redor nas primeiras estações.\n- Tutoramento: se estiver em local ventoso, estacar enquanto jovem até se fixar.\n\nPoda e condução\n- Formação: selecionar um tronco principal e podar ramos baixos se pretender madeira ou tronco limpo.\n- Poda de manutenção: remover ramos mortos, doentes ou mal orientados; podas leves para controlar copa e incentivar rebrote.\n- Coppicing/poda de corte: Albizia normalmente responde bem ao corte e pode rebrotar, por isso é usada para lenha em alguns sistemas.\n\nAdubação\n- Em solos muito pobres, aplicar fósforo e potássio conforme análise de solo; a necessidade de azoto é menor por ser leguminosa, embora mudas jovens possam beneficiar de fertilização equilibrada no viveiro.\n- Aplicar matéria orgânica no plantio e anualmente como cobertura.\n\nPragas e doenças (a vigiar)\n- Pragas comuns em Albizia (variam por região): lagartas defoliadoras, pulgões, cochonilhas. Monitorizar as folhas, rebentos e vagens.\n- Doenças: ataques fúngicos em viveiros com excesso de humidade (fungos de raiz) e podridões; evitar encharcamento e usar substrato arejado.\n- Manejo: ações culturais (remoção de ramos doentes, boas práticas de saneamento), controle biológico quando disponível e uso prudente de inseticidas/fungicidas se necessário.\n\nCrescimento e uso\n- Crescimento: rápido nos primeiros anos; pode atingir vários metros em poucos anos e altura final variável (geralmente 10–25 m dependendo do sítio).\n- Usos: sombra, restauro de pastagens, produção de forragem (folhas), madeira leve e lenha, adubo verde e melhoria de solo em sistemas agroflorestais.\n\nCuidados especiais e precauções\n- Verifique se a espécie é permitida e não invasora na sua região.\n- Em áreas com ventos fortes, proteja árvores jovens de quebra.\n- Evitar plantio em locais com drenagem muito fraca onde possa haver podridão de raiz.\n\nCronograma prático (orientativo)\n- Dia 0: preparar sementes (escarificação/imersão) e semear em viveiro.\n- 2–6 semanas: germinação e emergência; manter húmido.\n- 6–12 semanas: transplantar para sacos quando com raiz boa.\n- 6–12 meses: iniciar retirada gradual de proteção, formar tronco.\n- 1–2 anos: transplantar ao campo no início das chuvas; regar e mulch regularmente.\n- 2+ anos: poda forma/limpeza e manejo anual; reduzir regas se estabelecido.\n\nSe quiser, posso:\n- Fornecer instruções detalhadas passo a passo para scarificação de sementes e sementeira no viveiro.\n- Ajudar a calcular o número de mudas e o espaçamento para um viveiro ou plantação de X hectares.","Albizia coriaria: árvore leguminosa de folhas delicadas e flores em pompom — cresce rápido, dá sombra, madeira e enriquece o solo. Charmosa e muito útil!","/uploads/species_cover/albizia-coriaria.webp",[],1793306113904]