[{"data":1,"prerenderedAt":41},["ShallowReactive",2],{"annona-atemoya":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":34,"slug":35,"description":36,"planting_instructions":37,"short_description":38,"cover":39,"comments":40},"69812c9728cb10002291c3ad",[],[],[],[],[],"5407120","Annona atemoya Mabb.","Atemóia",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/579725698/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/579725719/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/405672228/original.jpeg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/405672403/original.jpeg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/161071024/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/76835854/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/76835786/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/76835816/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/76835840/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/65983786/original.jpeg","Annona atemoya","annona-atemoya","Atemóia (Annona atemoya)\n\nO que é\n- A atemóia é um híbrido entre duas espécies do gênero Annona: a cherimóia (Annona cherimola) e a pinha/pawpaw-doce (Annona squamosa). Combina características das duas: casca mais lisa que a pinha e polpa cremosa e aromática, parecida com cherimóia.\n\nCaracterística da planta\n- Porte: árvore pequena a média, normalmente de 3 a 7 m de altura.\n- Folhas: simples, coriáceas, verdes e brilhantes.\n- Flores: grandes, solitárias ou aos pares, com cheiro suave; muitas variedades têm janela de receptividade das flores que exige polinização adequada.\n- Raízes: superficiais a moderadamente profundas; sensíveis a encharcamento excessivo.\n\nFruto\n- Aparência: formato vai do arredondado ao levemente em forma de coração; casca de verde claro a amarelada quando madura; superfície mais lisa que a pinha, às vezes com leves protuberâncias.\n- Polpa: branca, cremosa, suculenta e aromática; sabor doce que lembra uma mistura de abacaxi, baunilha e pêra.\n- Sementes: várias, pretas e brilhantes, não comestíveis.\n- Tamanho/peso: varia por cultivar — de algumas centenas de gramas a mais de 1 kg em casos.\n\nClima e solo\n- Clima: prefere clima tropical a subtropical. Gosta de temperaturas entre 15 °C e 35 °C. Sensível a geadas; baixa tolerância a frio intenso.\n- Solo: bem drenado, fértil, textura leve a média (arenoso-argiloso); pH ideal entre ~6,0 e 7,5.\n- Água: aprecia irrigação regular, especialmente na floração e formação do fruto, mas não tolera encharcamento.\n\nPolinização\n- A atemóia pode ter problemas de frutificação se não houver polinizadores eficientes no local. Muitas variedades dependem de insetos específicos (besouros) ou de polinização manual.\n- Polinização manual simples: usar um pincel fino para transferir pólen de flores na fase masculina para flores na fase feminina (normalmente em dias diferentes). Isso aumenta muito a produção em pomares caseiros.\n\nPropagação\n- Sementes: germinam bem, porém a planta resultante pode variar e levar anos até frutificar.\n- Muda enxertada/budada: método preferido para manter as características do cultivar e acelerar a produção.\n- Estaquia e alporquia (air-layering) também são usados em menor escala.\n\nCuidados básicos\n- Adubação: adubar com nitrogênio, fósforo e potássio equilibrados; enriquecimento com matéria orgânica. Ajustar conforme análise do solo e idade da planta.\n- Poda: manter copa aberta para ventilação e iluminação; remover ramos doentes, mal formados e brotações laterais excessivas.\n- Irrigação: manter um regime regular sem encharcar; reduzir água em períodos de dormência parcial (em regiões mais frias).\n\nPragas e doenças comuns\n- Pragas: moscas-das-frutas (Ceratitis), cochonilhas, pulgões, ácaros.\n- Doenças: fungos como antracnose (manchas em frutos e folhas), podridão de raiz (Phytophthora) em solos mal drenados.\n- Manejo: boa drenagem, higiene no pomar, podas para arejar copa, controle biológico e, quando necessário, tratamentos químicos adequados.\n\nColheita e conservação\n- Colheita: colher quando o fruto começa a amolecer levemente e exalar aroma; em algumas cultivares colhe-se firme e deixa-se amadurecer em ambiente protegido.\n- Conservação: fruto maduro é perecível — manter na geladeira por poucos dias. A polpa pode ser congelada para uso posterior em sucos e sorvetes.\n\nUsos\n- Alimentação: consumida fresca, em sobremesas, sorvetes, smoothies, iogurtes e tortas. Polpa cremosa presta-se bem para compotas e sorvetes.\n- Popularmente associada a propriedades nutritivas por conter carboidratos, vitamina C e fibras; usar com cautela a partir de fontes tradicionais — não substituir tratamento médico.\n\nVariedades populares\n- Existem cultivares selecionadas para melhor sabor, resistência e facilidade de polinização. Alguns nomes comerciais são encontrados em viveiros locais; escolher variedades adaptadas ao clima da sua região.\n\nDicas práticas\n- Para bons resultados em pomares domésticos em regiões sem besouros polinizadores, aprenda a técnica de polinização manual — dá um salto na produção.\n- Evite solos encharcados; melhore a drenagem com canteiros elevados ou matéria orgânica.\n- Proteja contra geadas e ventos fortes com cobertura ou plantio em locais protegidos.\n\nResumo rápido\nA atemóia é uma fruta doce e cremosa, fruto de um híbrido Annona que combina qualidades da cherimóia e da pinha. É ideal para climas tropicais/subtropicais, exige solo bem drenado, pode precisar de polinização manual e tem uso gastronômico versátil. Para frutos fiéis e produção melhor, prefira mudas enxertadas de cultivares recomendadas.","Atemóia (Annona atemoya) é um híbrido entre cherimólia (A. cherimola) e pinha/sugar‑apple (A. squamosa). É planta de clima subtropical/tropical, muito apreciada pelo fruto cremoso e doce. Abaixo segue um guia prático para plantar e cuidar.\n\nResumo rápido\n- Clima: subtropical a tropical; sensível a geadas; prefere 20–30 °C.  \n- Solo: leve, bem drenado, com boa matéria orgânica; pH 5,5–7,5.  \n- Espaçamento: 5–8 m entre árvores (depende do sistema).  \n- Propagação: sementes (mais lenta, variabilidade) ou enxertia/marca (método preferível para manter qualidade e frutificar mais cedo).  \n- Polinização: muitas cultivares têm frutificação irregular sem polinização eficiente — a polinização manual aumenta bastante produção.  \n- Produção: frutifica em 2–4 anos se enxertada; 4–8 anos por semente.\n\n1) Local e preparo do solo\n- Escolha local com sol pleno (6–8 h/dia) e protegido de ventos fortes.  \n- Solo: profundo, solto e bem drenado. Evite locais sujeitos a encharcamento (raízes apodrecem).  \n- Melhore solo com 20–40 cm de composto/esterco bem curtido e areia grossa se for muito argiloso.  \n- Faça análise de solo e corrija pH conforme necessário (calcário para solos ácidos).\n\n2) Propagação\n- Sementes: germinam em 2–6 semanas; pré‑imbiba 24 h e plante em substrato leve em vasos. Crescimento é vigoroso mas a planta pode levar mais anos e variar em qualidade do fruto.  \n- Mudas enxertadas/estaquia: preferível para produção comercial — frutificam mais cedo e mantém características da cultivar. Enxerto em porta‑enxertos de Annona (A. squamosa ou A. cherimola) é comum.\n\n3) Plantio passo a passo\n- Faça covas 50×50×50 cm, misture terra com composto.  \n- Plante na mesma profundidade do torrão, sem enterrar o colo. Compacte levemente e regue bem.  \n- Primeiros anos proteja do sol direto intenso por algumas semanas (sombreamento parcial).\n\n4) Rega\n- Mantém solo úmido, não encharcado. Regas regulares são importantes, especialmente primeira temporada e na frutificação.  \n- Em clima seco use irrigação por gotejamento: jovens 2–3x/semana; árvores estabelecidas 1–3x/semana dependendo do clima. Ajuste conforme textura do solo.  \n- Mulch (cobertura orgânica) ajuda a conservar água e melhora solo.\n\n5) Adubação (orientativa)\n- Faça análise de solo para doses precisas. Exemplo genérico:\n  - Mudas/jovens (1–2 anos): adubação equilibrada a cada 2–3 meses com NPK 8‑10‑8 ou 10‑10‑10 em pequena quantidade.  \n  - Árvores adultas: dividir adubação em 3–4 aplicações anuais (início da brotação, pré‑floração, pós‑frutificação e final de estação). Quantidades variam por sistema e solo; como referência: 0,5–2 kg de formulação NPK por aplicação por árvore em fase de produção (ajuste conforme análise).  \n- Use também fontes orgânicas (composto, esterco curtido) e micronutrientes (B, Zn, Fe) se carências aparecem (manchas, queda de folhas).\n\n6) Poda e condução\n- Conduza para copa aberta (3–4 ramos principais) para boa ventilação e entrada de luz.  \n- Poda de formação nos primeiros 2 anos; podas de manutenção: retirar ramos mortos, doentes e chuvas agressivas.  \n- Faça poda leve após colheita; poda drástica reduz produção no ano seguinte.\n\n7) Polinização\n- Flores são protóginas (estigma receptivo no 1º dia; pétalas fecham; no 2º dia o androceu libera pólen). Polinizadores naturais (insetos, besouros) muitas vezes não são eficientes — isso causa baixa taxa de cuajamento.  \n- Polinização manual aumenta rendimento: retire pólen de flores no estágio masculino (2º dia) com um pincel fino ou palito e transfira para estigmas de flores no estágio feminino (1º dia). Melhor de manhã. Faça várias visitas por árvore durante a floração.  \n- Em viveiros colaterais, mantenha árvores com flores em diferentes fases para facilitar polinização cruzada.\n\n8) Principais pragas e doenças e manejo\n- Pragas:\n  - Mosca‑da‑fruta (Ceratitis, Anastrepha): colocação de armadilhas, sanitização (colher frutos caídos), bagging de frutos, iscas ou tratamentos conforme legislação.  \n  - Pulgões, cochonilhas, ácaros: controle biológico (joaninhas, nematóides entomopatogênicos), óleo mineral ou sabonete inseticida, piretróides conforme necessidade.  \n- Doenças:\n  - Podridão de raízes (Phytophthora) em solo encharcado: evitar solo mal drenado, fungicidas sistêmicos quando necessário.  \n  - Antracnose e mofos (Colletotrichum): podas para ventilação, fungicidas à base de cobre/sistêmicos em épocas chuvosas, retirar frutos/ramas doentes.  \n- Manejo integrado: monitoramento, armadilhas, práticas culturais, uso de variedades resistentes quando disponíveis e aplicação responsável de defensivos.\n\n9) Colheita e pós‑colheita\n- Colhe quando fruto começa a ficar menos brilhante e ligeiramente amolecido ao toque (depende da cultivar). Se deixados na árvore demais podem soltar.  \n- Muitos frutos amadurecem rapidamente depois de colhidos: colha ainda firmes e deixe amadurecer à temperatura ambiente.  \n- Vida de prateleira curta: 5–12 dias refrigerado se já maduro; manuseio cuidadoso evita marcas e apodrecimento.\n\n10) Dicas práticas e cronograma aproximado\n- Irrigue regularmente o primeiro ano e durante frutificação.  \n- Adube fracionado e complemente com composto.  \n- Realize polinização manual nos primeiros anos para garantir estabelecimento de boa produção.  \n- Proteja de geadas; cultivar em locais mais quentes produz melhor.\n\n11) Quando procurar orientação técnica\n- Faça análise de solo e consulte assistência técnica local para doses de fertilizantes, escolha de porta‑enxertos e manejo de pragas/diseases conforme sua região (clima, pragas locais e legislação de agroquímicos variam).\n\nSe quiser, posso:\n- Montar um calendário de cuidados mês a mês para sua região (diga seu estado/município/clima).  \n- Explicar passo a passo da polinização manual com fotos ou esquemas.","Atemóia (Annona atemoya): fruta cremosa e perfumada, doce como sorvete natural — mistura charmosa entre cherimóia e pinha!","/uploads/species_cover/annona-atemoya.webp",[],1793306117827]