[{"data":1,"prerenderedAt":57},["ShallowReactive",2],{"blighia-sapida":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":48,"slug":49,"description":50,"planting_instructions":51,"short_description":52,"cover":53,"curiosity":54,"tips":55,"comments":56},"6a0478373682070022fc6fc9",[],[],[],[],[],"3189955","Blighia sapida K.D.Koenig","ackee",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42,44,46],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605293410/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/607409601/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/607409600/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/607409603/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/608042554/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/608042586/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/608042613/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/608042630/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/607906739/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604784468/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/611987577/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610199664/original.jpg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610229683/original.jpg",{"url":41},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610229706/original.jpg",{"url":43},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610229878/original.jpg",{"url":45},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610199835/original.jpg",{"url":47},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/607666453/original.jpg","Blighia sapida","blighia-sapida","Nome e classificação\n- Nome comum: ackee (ou akee)\n- Nome científico: Blighia sapida\n- Família: Sapindaceae\n- Origem: África Ocidental (região do Golfo da Guiné). Foi introduzida nas Caraíbas no século XVIII e tornou‑se muito associada à Jamaica, onde é fruto nacional.\n\nDescrição simples\n- Tipo de planta: árvore tropical perene, de porte médio (frequentemente 6–12 m, podendo chegar a 15–20 m em boas condições).\n- Folhas: compostas (pinnadas), com 3–7 folíolos brilhantes, verdes e de textura coriácea.\n- Flores: pequenas, em cachos (panículas), de cor esbranquiçada a esverdeada; atraem insetos polinizadores.\n- Fruto: cápsula globosa a piriforme, 5–7 cm. Quando maduro a casca fica amarela a vermelho‑alaranjada e a cápsula abre espontaneamente em três lóbulos, expondo 1–3 sementes grandes, negras e brilhantes envolvidas por uma arila carnosa de cor amarelo‑creme — a arila é a parte comestível do fruto quando devidamente madura.\n- Sementes: grandes, pretas, muito duras e tóxicas — não são comidas.\n\nOnde cresce e que clima prefere\n- Clima: tropical quente e húmido; prefere regiões sem geadas. Suporta períodos curtos de seca, mas desenvolve‑se melhor em clima úmido.\n- Solo: bem drenado, fértil; cresce bem em solos argilosos ou franco‑arenosos com boa matéria orgânica.\n- Distribuição atual: cultivada em várias regiões tropicais (Caraíbas, América Central, partes da América do Sul, África e Pacífico) sobretudo pela importância culinária.\n\nUso e importância\n- Alimentação: a arila amarela e cremosa é consumida cozida. É ingrediente principal do prato jamaicano “ackee and saltfish” (ackee com bacalhau salgado), prato nacional da Jamaica. Também é comercializada enlatada.\n- Indústria: existe produção de ackee enlatado para exportação.\n- Outros usos: plantada como árvore ornamental e de sombra; uso tradicional em medicina popular para alguns fins (com cuidados, pois partes são tóxicas).\n\nToxicidade e segurança (ponto crucial)\n- A fruta contém compostos tóxicos chamados hipoglicinas (especialmente hipoglicina A) quando está imatura. Comer a arila de frutos verdes ou de árvores cuja cápsula ainda não abriu pode causar “Jamaican vomiting sickness” — vômitos intensos, hipoglicemia (queda grave de açúcar no sangue), convulsões e, em casos graves, morte, principalmente em crianças.\n- As sementes e a membrana rosada que envolve a arila também são tóxicas e devem ser descartadas.\n- Regra prática segura: só consumir ackee quando a cápsula abrir naturalmente na árvore e a arila estiver totalmente amarelo‑creme; cozinhar bem antes de consumir. Produtos enlatados industrialmente são processados para eliminar o risco e são considerados seguros.\n\nCultivo e propagação\n- Propagação: por sementes (germinam em algumas semanas); mudas crescem relativamente rápido em condições favoráveis. Pode também ser conduzida por enxertia em programas comerciais, mas semente é mais comum.\n- Manejo: precisa de rega regular nos primeiros anos, poda para formação e ventilação. Floresce e frutifica com maior intensidade em condições tropicais estáveis; pode frutificar várias vezes por ano, com picos sazonais.\n- Colheita: frutos maduros abrem espontaneamente; colher somente após abertura natural. Evitar forçar abertura de frutos verdes.\n\nPragas e doenças comuns\n- Podem atacar: moscas-das-frutas (que perfuram o fruto), cochonilhas, pulgões, alguns fungos que causam manchas foliares e podridões. Controle baseia‑se em manejo integrado: higiene, monitoramento, controle biológico e, quando necessário, medidas químicas locais.\n\nValor nutricional (resumo)\n- A arila é energética e nutritiva: contém gorduras e proteínas em proporção razoável e fornece calorias; também contém vitaminas e minerais. (Consumir apenas arilas maduras e bem cozidas.)\n\nImportação e comércio\n- Por causa do risco de intoxicação, vários países regulam a importação de ackee fresca; o ackee enlatado e processado é o principal produto comercializado internacionalmente.\n\nCuriosidades\n- É considerada o fruto nacional da Jamaica e é culturalmente muito importante na culinária local.\n- O nome do gênero Blighia homenageia William Bligh, o capitão do HMS Bounty.\n\nResumo prático para quem vai consumir\n- Só coma ackee quando a cápsula abriu naturalmente e a arila estiver amarelo‑creme.\n- Descarte sementes e membranas rosas.\n- Cozinhe bem a arila antes de comer.\n- Se sentir náuseas, vômitos ou fraqueza após ingestão, procure atendimento médico imediato.\n\nSe quiser, faço uma ficha técnica resumida (campos padrão para a sua base: nome, família, descrição, habitat, cultivo, usos, toxicidade, bibliografia). Qual formato prefere?","Aqui está um guia prático para plantar e cuidar do ackee (Blighia sapida). Inclui solo, clima, propagação, plantio, manejo, pragas/doenças, colheita e — muito importante — segurança alimentar (toxicidade).\n\nResumo rápido\n- Clima: tropical/subtropical, calor constante, sem geadas. Ideal 20–30 °C.\n- Solo: bem drenado, fértil, pH ~5,5–7,5.\n- Propagação: por sementes (mais comum) ou enxertia/estaquia/estaquias de aragem para preservar cultivares.\n- Espaçamento: 8–12 m entre árvores (árvore de porte médio-grande).\n- Frutificação: 3–5 anos a partir da semente; 2–3 anos se enxertada.\n- Toxicidade: frutas imaturas são venenosas (hipoglicina); só consumir quando totalmente maduras e preparadas corretamente.\n\n1) Escolha do local e preparo do solo\n- Exposição: pleno sol a meia-sombra. Árvores em pleno sol frutificam melhor.\n- Solo: profundo, fértil e bem drenado. Evitar solos encharcados (podem causar podridões radiculares).\n- pH ideal: 5,5–7,5. Melhore solos pobres com matéria orgânica (composto, estrume bem curtido).\n- Drenagem: em áreas pesadas, faça canteiros elevados ou plantio em elevação.\n\n2) Propagação por sementes (método mais usado)\n- Coleta: recolha frutos completamente maduros — os frutos maduros abrem naturalmente, expondo arilos amarelos/vermelhos e sementes pretas.\n- Preparação da semente: remova o arilo carnoso e lave bem a semente. As sementes são recalcitrantes (perdem viabilidade rapidamente) — semeie o mais rápido possível (dias a poucas semanas).\n- Profundidade de semeadura: 2–3 cm em sementeira ou diretamente no local definitivo.\n- Substrato: mistura leve, bem drenada (terra vegetal + areia grossa + composto).\n- Germinação: geralmente 2–8 semanas, dependendo da temperatura e do frescor da semente.\n- Muda: mantenha em viveiro até 30–50 cm antes do transplante.\n\n3) Propagação por enxertia/estaquia\n- Enxertia permite preservar cultivares e antecipar frutificação. Rootstocks de semente funcionam bem; técnicas comuns: garfagem por aproximamento, garfagem de fenda ou borbulhia.\n- Estacas e alporquia também são utilizados em algumas regiões.\n\n4) Plantio definitivo e espaçamento\n- Espaçamento: 8–12 m entre plantas (árvores pequenas a médias); em pomares comerciais planejar 10–12 m.\n- Buraco: 50–60 cm de largura e profundidade. Misture solo retirado com composto/esterco curtido.\n- Plantio: centralize a muda, plante na mesma profundidade do torrão, compacte levemente e regue bem.\n- Proteção: tutor em áreas ventosas; proteja mudas jovens do gado e poda de formação.\n\n5) Rega e manejo hídrico\n- Mudas: rega regular, solo sempre ligeiramente úmido; evitar encharcamento.\n- Árvores estabelecidas: tolerantes à seca moderada, mas melhor produção com irrigação regular na estação seca.\n- Mulching: aplique cobertura orgânica (5–10 cm) ao redor da base, mantendo 10–15 cm de distância do tronco. Conserva umidade, reduz ervas daninhas e adiciona matéria orgânica.\n\n6) Fertilização\n- Jovens: fertilize leve, 3–4 vezes ao ano com NPK balanceado (por exemplo 10-10-10), ajustando quantidades pela idade.\n- Adultas: aplicação anual ou fracionada. Exemplo orientativo: 100–200 g de NPK 10-10-10 por árvore jovem, aumentando gradualmente conforme crescimento; árvores produtivas podem precisar de 0,5–2 kg/ano dividido em aplicações.\n- Enxofre, cálcio, magnésio e boro podem ser necessários dependendo da análise de solo. Aplicar composto orgânico anualmente.\n- Faça análise de solo para recomendações locais precisas.\n\n7) Poda e formação\n- Poda de formação nos primeiros anos para criar copa bem ramificada e facilitar colheita.\n- Remoção de madeira morta, galhos doentes e ramos cruzados.\n- Poda leve de produção para manter copa arejada e melhorar iluminação interna.\n\n8) Polinização e frutificação\n- Floresce em panículas com pequenas flores creme; polinizadas por insetos (abelhas e outros).\n- Algumas condições favorecem melhor frutificação: calor, boa nutrição, irrigação adequada e polinizadores ativos.\n- Período até a primeira colheita: geralmente 3–5 anos a partir da semente; enxertadas frutificam mais cedo.\n\n9) Pragas e doenças principais\n- Pragas: moscas-das-frutas (Drosophila/tephritídeos), brocas, cochonilhas, pulgões. Controle com boas práticas: saneamento (retirar frutos caídos), armadilhas, aplicação localizada de inseticidas quando necessário.\n- Doenças: podridões radiculares em solos mal drenados, fungos como anthracnose em clima úmido. Evitar excesso de umidade, garantir circulação de ar e usar fungicidas se necessário.\n- Manejo integrado: monitoramento, armadilhas, controle biológico quando possível, manter árvores saudáveis.\n\n10) Colheita e pós-colheita\n- Frutos maduros abrem naturalmente, liberando a semente preta e arilos amarelos/vermelhos. Não forçar a abertura.\n- Colher frutos que se abrem no pé ou logo após a abertura.\n- Arilos (parte comestível) só podem ser consumidos quando totalmente maduros e tratados corretamente (ver item 11).\n- Para conservação comercial, o processo industrial geralmente inclui cozimento e enlatamento.\n\n11) Segurança alimentar — toxicidade e preparo correto\n- Atenção: ackee contém hipoglicina (e outros compostos) nas sementes e nos arilos imaturos e é potencialmente letal se consumido cru ou imaturo. Em Jamaica, o consumo de ackee imaturo causa “Jamaican vomiting sickness” (vômitos, hipoglicemia, convulsões, coma).\n- Regras básicas de segurança:\n  - Só comer arilos de frutos que abriram naturalmente no pé. Frutos que não abriram (fechados) não devem ser consumidos.\n  - Em frutos que abriram, retire os arilos maduros, descarte membranas e sementes pretas.\n  - Cozinhe os arilos adequadamente (fervura/escaldamento) e descarte a água do cozimento conforme práticas locais. Cansagem comercial segue processos rigorosos.\n  - Nunca consumir arilos rosados, firmes ou de fruto que não abriu.\n- Se houver suspeita de intoxicação (vômitos profusos, fraqueza, confusão, convulsões), procurar atendimento médico imediato.\n\n12) Dicas práticas e problemas comuns\n- Sementes frescas = maior taxa de germinação. Evite armazenar por muito tempo.\n- Proteja mudas jovens de geadas e ventos frios.\n- Em pomares pequenos, plantar variedades diferentes pode melhorar polinização e produção.\n- Mantenha o entorno limpo (remova frutos caídos) para reduzir pragas.\n\n13) Referências e normas locais\n- Verifique regulamentações locais sobre cultivo e comercialização de ackee (alguns países têm restrições).\n- Consulte serviço de extensão agrícola local para recomendações de fertilizantes, tratamentos fitossanitários e adaptação a condições regionais.\n\nSe quiser, posso:\n- Sugerir um plano de fertilização e cronograma de manejos ano a ano para sua região,\n- Ajudar com instruções passo a passo para enxertia,\n- Avaliar fotos de suas mudas/folhas/frutos para diagnosticar problemas.\n\nDeseja que eu elabore um cronograma de manejo adaptado ao seu clima/local?","Ackee (Blighia sapida): estrela jamaicana de polpa amanteigada, lembra ovo mexido — só madura é segura; crua pode ser tóxica!","/uploads/species_cover/blighia-sapida.webp","Fruta nacional da Jamaica, o ackee só é seguro para consumo quando amadurece e abre naturalmente; cru ou mal preparado contém toxinas que podem ser letais.","Consuma só os arilos amarelos depois que a fruta abrir naturalmente.\nDescarte sementes e cascas, pois são tóxicas mesmo com o arilo maduro.\nCozinhe bem os arilos e evite consumir frutos que não abriram naturalmente.",[],1793306113210]