[{"data":1,"prerenderedAt":62},["ShallowReactive",2],{"clusia-lanceolata":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":12,"slug":54,"description":55,"planting_instructions":56,"short_description":57,"cover":58,"curiosity":59,"tips":60,"comments":61},"692add6e3899d400228d2b34",[],[],[],[],[],"7330314","Clusia lanceolata Cambess.","Clusia lanceolata",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42,44,46,48,50,52],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/618997472/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/618997497/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/618997528/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/643820368/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/653156687/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/653156762/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/653156824/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/653156891/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/478671320/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/478678599/original.jpeg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/480880389/original.jpeg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/480880402/original.jpeg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/486413458/original.jpeg",{"url":41},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/486414048/original.jpeg",{"url":43},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/488429899/original.jpeg",{"url":45},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/488429944/original.jpeg",{"url":47},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/520865608/original.jpg",{"url":49},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/520865604/original.jpg",{"url":51},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/520865578/original.jpg",{"url":53},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/526921834/original.jpg","clusia-lanceolata","Sem nome popular conhecido (Clusia lanceolata)\n\nO que é\n- Clusia lanceolata é uma espécie do gênero Clusia, família Clusiaceae. O gênero reúne árvores, arbustos e plantas epífitas típicas da América tropical. Para esta espécie em particular, não há um nome popular amplamente estabelecido.\n\nComo é (aspecto físico)\n- Porte: costuma apresentar forma arbórea ou arbustiva — pode ser uma pequena árvore ou um arbusto grande, dependendo do local onde cresce.\n- Folhas: o nome \"lanceolata\" indica folhas lanceoladas (mais estreitas e alongadas), geralmente coriáceas (mais grossas e firmes), dispostas alternadamente ou opostas conforme a espécie do gênero. A face superior das folhas costuma ser mais brilhante.\n- Flores: as flores de Clusia tendem a ser vistosas, com pétalas relativamente grandes e numerosos estames. A cor varia entre espécies; em Clusia lanceolata não há descrição popularizada de cor específica, mas flores brancas, rosadas ou amareladas são comuns no gênero.\n- Fruto/semente: os frutos do gênero Clusia geralmente formam agregados que, ao abrir, expõem sementes envoltas por estruturas carnudas ou ariladas, atraindo aves e outros animais dispersores.\n\nOnde vive (habitat e distribuição)\n- Espécies de Clusia são típicas de florestas tropicais e subtropicais, matas costeiras e, em alguns casos, áreas rochosas ou formações de restinga. Clusia lanceolata foi registrada em regiões da América tropical; registros botânicos indicam ocorrência no Brasil, mas há pouca divulgação popular sobre sua distribuição precisa.\n- Pode crescer tanto no solo como, em alguns membros do gênero, na condição de epífita (sobre outras árvores), dependendo das condições locais.\n\nEcologia e papel na natureza\n- As flores costumam atrair polinizadores como abelhas, besouros, possivelmente morcegos ou aves, dependendo da abertura e do cheiro. \n- Os frutos/sementes atraem aves e outros animais frugívoros, que ajudam na dispersão.\n- Algumas espécies de Clusia funcionam como plantas “nicho” (fornecem abrigo, alimento e substrato) para outras espécies, contribuindo para a biodiversidade local.\n\nUsos e importância\n- Não há registros amplos de uso popular específico para Clusia lanceolata. Em outras espécies de Clusia, há uso ornamental (por flores e folhas atrativas), e alguns usos tradicionais em medicina popular são relatados, mas variam muito entre espécies.\n- Pode ter potencial paisagístico e para projetos de restauração, por ser atrativa para fauna e resistente a certas condições tropicais.\n\nConservação\n- Informação detalhada sobre o estado de conservação de Clusia lanceolata é limitada em fontes de divulgação popular. Como muitas espécies de Mata Atlântica e outros biomas brasileiros, pode sofrer com perda de habitat e fragmentação. A avaliação precisa exige consulta a listas oficiais (ex.: IUCN, listas nacionais ou regionais).\n\nCultivo (orientações básicas)\n- Solo: prefere solos bem drenados; tolera solos pobres dependendo da espécie.\n- Luz: muitas Clusias crescem bem em luz solar plena a meia-sombra.\n- Água: tolerância moderada à seca em adultos; rega regular favorece crescimento em cultivo.\n- Propagação: geralmente por sementes ou estaquia em espécies do gênero.\n- Temperatura: espécies tropicais sensíveis a geadas; proteger do frio intenso.\n\nObservações finais\n- Há poucos materiais de divulgação generalista sobre Clusia lanceolata, por isso grande parte das informações disponíveis são inferidas a partir das características gerais do gênero Clusia. Para dados precisos sobre morfologia detalhada, distribuição exata e situação de conservação, recomenda-se consultar publicações botânicas especializadas, herbários ou bases de dados como o Reflora, Flora do Brasil ou registros de herbário.","Abaixo estão orientações práticas e gerais para plantar e cuidar da espécie apresentada como “Sem nome popular conhecido (Clusia lanceolata)”. Como há pouca informação popularizada sobre essa espécie em particular, usei recomendações baseadas no gênero Clusia (plantas tropicais/subtropicais com folhas coriáceas). Ajuste conforme observações locais da planta.\n\nResumo rápido\n- Origem/ambiente: Clusia é tipicamente de regiões tropicais/subtropicais; sensível a geadas.  \n- Luz: sol pleno a meia-sombra (muitos Clusia toleram sol forte quando aclimatados).  \n- Solo: bem drenado, rico em matéria orgânica; levemente ácido a neutro.  \n- Rega: regular até estabelecida; tolera algum estresse hídrico, mas não encharcamento.  \n- Propagação: sementes, estacas semi-lenhosas e alporquia.  \n- Uso paisagístico: cerca-viva, tela de sombreamento, árvore/arbusto de destaque, resistência a ventos costeiros em várias espécies.\n\nPlantio (em solo direto)\n1. Local: escolha local com sol pleno ou meia-sombra; evite geadas e locais com encharcamento.  \n2. Cova: cave 50–70 cm de diâmetro e profundidade dependendo do tamanho do torrão. Misture a terra retirada com composto/esterco curtido (30–50%) e um pouco de areia grossa ou perlita se o solo for pesado.  \n3. Plantio: coloque a muda no nível do colo (não enterrar o tronco). Preencha, compacte levemente e regue bem. Aplique cobertura morta (mulch) à volta para conservar umidade e reduzir ervas daninhas.  \n4. Espaçamento: para uso como cerca-viva, 1,0–1,5 m entre plantas; para exemplar isolado, 3–5 m conforme o porte esperado.\n\nSubstrato para vasos\n- Mistura sugerida: 2 partes de terra vegetal/terra de jardim, 1 parte composto orgânico, 1 parte perlita ou areia grossa. Bom escoamento é essencial. Use vaso com furos e prato com drenagem.\n\nRega\n- Mudas/estabelecimento: manter solo levemente úmido, regar 2–3 vezes por semana dependendo do clima.  \n- Plantas estabelecidas: regas moderadas; diminuir frequência, regar profundamente uma vez por semana ou conforme necessidade. Evitar encharcamento (pode causar podridão radicular).  \n- Em épocas secas intensas aumente regas.\n\nAdubação\n- Uso geral: no plantio, colocar composto orgânico. Depois, 2–4 aplicações anuais de adubo NPK equilibrado (ex.: 10-10-10) ou um adubo orgânico.  \n- Em vasos: fertilizante líquido fraco a cada 4 semanas na estação de crescimento. Ou use fertilizante de liberação lenta a cada 3–4 meses.\n\nPoda e condução\n- Poda de formação: faça nos primeiros anos para dar boa ramificação e formar cerca/arbusto.  \n- Poda de manutenção: remover ramos secos/doentes, controlar tamanho após floração se necessário. Poda forte pode ser feita fora do período de floração para recuperação.  \n- Pode-se usar para topiar e moldar.\n\nPropagação\n- Estacas semi-lenhosas: corte 10–15 cm com 2–3 nós, retire folhas inferiores, mergulhe em hormônio enraizador e plante em substrato leve; mantenha umidade até enraizamento (semanas).  \n- Sementes: muitas Clusia germinam bem; semear em substrato úmido, manter abafado e quente. Sementes frescas germinam mais facilmente.  \n- Alporquia: método eficaz para obter árvores já grandes.\n\nPragas e doenças\n- Pragas comuns: cochonilhas, pulgões, ácaros e às vezes lagartas. Controle com: água com sabão/inseticida sistêmico ou óleo de nim/óleo mineral conforme necessidade.  \n- Doenças: podridão de raízes em solos mal drenados; manchas foliares fúngicas em ambientes muito úmidos. Evitar encharcamento, melhorar circulação de ar e, se necessário, fungicidas apropriados.  \n- Manejo preventivo: boa drenagem, evitar regas foliares à noite, remover folhas doentes.\n\nCondições climáticas e microclima\n- Temperatura: prefere climas quentes; proteger de geadas.  \n- Umidade: aprecia umidade relativa alta; em ambientes secos, borrifar folhagem ocasionalmente ajuda (principalmente para mudas em vaso).\n\nOutros cuidados e observações\n- Tolerância ao sal: algumas espécies de Clusia toleram ambientes costeiros; verifique comportamento específico da sua população.  \n- Crescimento e porte: pode variar de arbusto a árvore; monitore espaço disponível.  \n- Legalidade/conservação: verifique se a espécie é protegida ou se há restrições de coleta/plantio na sua região, especialmente se retirada da mata nativa.\n\nProblemas comuns e soluções rápidas\n- Folhas amarelando com pontas marrons: rega irregular, salinidade do solo ou excesso/deficiência de fertilizantes → ajustar rega e adubação.  \n- Murcha/queda de folhas: rega insuficiente ou ataque radicular por excesso de água → verificar solo e raízes.  \n- Presença de pequenas bolinhas/brancas nas folhas: cochonilha → tratar com alcool-200 ou óleo hortícola e, se grave, inseticida apropriado.\n\nSe quiser, eu posso:\n- Traduzir essas recomendações num calendário mensal específico para sua região (informe cidade/UF/clima).  \n- Passo a passo ilustrado para enraizamento por estaca ou alporquia.  \n- Ajudar a identificar sintomas foliares se enviar foto da planta.\n\nDeseja um plano de manejo adaptado ao local onde vai plantar (cidade/zonas de clima) ou um protocolo de propagação detalhado?","Clusia lanceolata (sem nome popular) — planta de folhas lanceoladas, charme tropical e flores vistosas; um segredo verde pronto pra brilhar!","/uploads/species_cover/clusia-lanceolata.webp","Suas folhas espessas e frutos carnosos atraem aves que ajudam a dispersar as sementes pela mata.","Sol pleno a meia-sombra; evita locais muito sombreados.\nSolo bem drenado; regas moderadas, tolera curtos períodos de seca.\nPode ser podada para controlar o porte; adubar anualmente com NPK equilibrado.",[],1793306127557]