[{"data":1,"prerenderedAt":49},["ShallowReactive",2],{"cordia-superba":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":40,"slug":41,"description":42,"planting_instructions":43,"short_description":44,"cover":45,"curiosity":46,"tips":47,"comments":48},"68fc0c666367a3002205c915",[],[],[],[],[],"7294715","Cordia superba Cham.","Babosa branca",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/614309166/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/623572624/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/623571902/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/623233979/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/627994522/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/628417759/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/636120145/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/637672246/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/638609691/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/649428792/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/649428862/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/649428931/original.jpg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/649428994/original.jpg","Cordia superba","cordia-superba","Nome comum: Babosa-branca  \nNome científico: Cordia superba  \nFamília: Boraginaceae (ou Cordiaceae, conforme algumas classificações)\n\nDescrição geral\n- É uma espécie arbórea que costuma ficar entre pequeno e médio porte. Pode aparecer como árvore ou arbusto grande, dependendo do local.  \n- Tronco relativamente reto; casca geralmente rugosa.  \n- Folhas simples, alternas, de forma ovada a elíptica; superfície pode ser áspera ou pubescente (com pelos finos). As folhas são verde-escuras por cima e mais claras por baixo.  \n\nFlores e frutos\n- Flores normalmente brancas, formando inflorescências nas axilas das folhas. A flor tem formato tubular com cinco lobos na corola, atraindo polinizadores.  \n- Floresce em épocas quentes, com variações regionais.  \n- O fruto é uma drupa redonda a oval, com polpa muitas vezes pegajosa (daí o nome “babosa” em referência à textura). Os frutos são consumidos por aves e mamíferos, que ajudam na dispersão das sementes.\n\nHabitat e distribuição\n- Ocupa áreas de clima tropical e subtropical. É encontrada em formações de mata seca, cerrados e bordas de matas, adaptando-se a solos bem drenados.  \n- É nativa da América do Sul, sendo citada em várias regiões do Brasil e em países vizinhos (distribuição pode variar localmente).\n\nPapel ecológico\n- Flores atraem abelhas, borboletas e outros polinizadores.  \n- Frutos servem de alimento para aves e mamíferos, favorecendo a dispersão das sementes.  \n- Pode contribuir para a recuperação de áreas degradadas por ser tolerante a condições relativamente secas.\n\nUsos\n- Usos locais e populares: madeira para pequenos usos, lenha, cercas; frutos e outras partes têm relatos de uso em medicina tradicional (uso popular, não substitui orientação profissional).  \n- Pode ser usada como planta ornamental em jardins por suas flores e frutos que atraem fauna.\n\nPropagação e cultivo\n- Multiplica-se facilmente por sementes; em alguns casos pode ser propagada por estacas.  \n- Prefere sol pleno a meia-sombra e solos bem drenados.  \n- É relativamente tolerante à seca quando estabelecida, mas responde bem a regas moderadas e adubação equilibrada.  \n- Poda de formação e limpeza de galhos secos ajuda no desenvolvimento.\n\nConservação\n- Não há indicação generalizada de perigo crítico para a espécie, mas populações locais podem ser afetadas pela perda de habitat e desmatamento. Situação concreta pode variar por região.\n\nComo identificar (dicas práticas)\n- Procure por uma árvore de pequeno a médio porte com folhas ovadas, ásperas ao tato.  \n- Flores brancas tubulares com cinco lobos, agrupadas em inflorescências axilares.  \n- Frutos redondos/ovais com polpa pegajosa que atraem aves.  \n- Comparada a outras Cordia, destaca-se pela cor branca das flores e pela textura mucilaginosa dos frutos.\n\nObservação final\n- Informações podem variar conforme a região. Para estudo científico ou uso medicinal, consulte fontes locais, floras regionais ou especialistas (botânicos, agrônomos).","Segue um guia prático para plantar e cuidar da babosa-branca (Cordia superba). Vou cobrir localização, solo, plantio, multiplicação, rega, adubação, poda, pragas/doenças e usos/observações.\n\nCaracterísticas gerais\n- Árvore de pequeno a médio porte (depende do ambiente), típica de regiões tropicais/subtropicais.  \n- Flores atraem polinizadores; frutos atraem aves.  \n- Sensível a geadas; tolera períodos de seca quando estabelecida.\n\nLocal e solo\n- Sol: pleno sol a meia-sombra (floresce melhor com bastante luz).  \n- Solo: bem drenado, fértil; tolera solos médios a arenosos. Evitar encharcamento.  \n- pH: prefere neutro a ligeiramente ácido, mas adapta-se a uma faixa moderada.\n\nPlantio (mudas ou sementes)\n- Espaçamento: 4–8 m entre plantas (varia com a forma da árvore e uso).  \n- Covas: escavar cova 3–5 vezes o volume do torrão; soltar o solo do fundo.  \n- Melhor época: início da estação chuvosa/primavera.  \n- Plantio: misturar terra vegetal com composto orgânico/esterco curtido; posicionar a muda no nível do solo, preencher, compactar levemente e regar bem. Aplicar cobertura morta (mulch) mantendo 5–10 cm de distância do tronco.\n\nPropagação\n- Sementes: colher frutos maduros, limpar a polpa e usar sementes frescas. Tratamento útil: escarificação mecânica suave ou imersão em água morna por 12–24 h para ajudar na germinação; também pode-se desinfetar rapidamente em solução diluída de água oxigenada/hipoclorito (cuidado). Semear em substrato leve a 1–2 cm de profundidade. Germinação em poucas semanas, dependendo da temperatura e frescor das sementes.  \n- Estacas/cimbramento: algumas Cordia enraizam por estaca semi-lenhosa com hormônio de enraizamento; manter umidade e sombra parcial até enraizamento.  \n- Mudas: transplantar quando com 20–30 cm e sistema radicular saudável.\n\nRega\n- Jovem: regas regulares para manter substrato úmido, especialmente nos primeiros 1–2 anos.  \n- Estabelecida: moderada a baixa necessidade; tolera seca sazonal. Evitar solo constantemente encharcado.\n\nAdubação\n- No plantio: 1–2 litros de composto orgânico ou 1 a 2 mãos cheias de adubo bem curtido na cova.  \n- Manutenção: adubar anualmente na primavera com composto + fórmula NPK balanceada (ex.: 10-10-10) em doses adequadas ao porte. Repetir aplicações orgânicas (composto, esterco curtido) a cada 6–12 meses. Correções de micronutrientes se houver sintomas.\n\nPoda\n- Poda de formação nos primeiros anos para formar copa desejada (remover ramos cruzados, galhos danificados).  \n- Poda de limpeza e manutenção: retirada de galhos secos/doentes e controle de altura conforme necessidade. Evitar podas muito severas fora da estação de crescimento.\n\nMulching e proteção\n- Aplicar cobertura morta orgânica ao redor (5–8 cm), mantendo distância do colo da planta, para conservar umidade e diminuir ervas daninhas.  \n- Proteger mudas jovens do vento e de herbívoros (cercas ou protetores).\n\nPragas e doenças comuns\n- Pragas: pulgões, cochonilhas, lagartas e percevejos eventualmente. Tratamento com sabão inseticida, óleo de neem ou controle biológico; em infestações graves, usar inseticidas específicos.  \n- Doenças: podridão radicular se solo encharcado; manchas foliares e oídio em alta umidade. Manejar com boa drenagem, ventilação e, se necessário, tratamentos fungicidas (cobre, enxofre, conforme o caso).  \n- Monitorar regularmente e remover material doente.\n\nObservações e usos\n- Atraente para fauna — bom para recuperação de áreas e atrações de aves/polinizadores.  \n- Pode ser utilizada como árvore ornamental e para sombreamento.  \n- Evitar plantio próximo a estruturas se a espécie desenvolver raízes vigorosas (avaliar porte local).\n\nDicas práticas rápidas\n- Use substrato leve e bem drenado para mudas; regue diariamente no primeiro mês e depois reduzir conforme enraizamento.  \n- Multiplique por sementes frescas para melhor taxa de germinação.  \n- Não deixe água acumulada no colo da planta; isso favorece doenças.  \n- Faça podas leves e regulares para manter formato.\n\nSe quiser, posso:\n- Adaptar as recomendações para o clima/bioma da sua região (informe cidade/estado).  \n- Passo a passo detalhado para germinação por sementes ou enraizamento de estacas.  \n- Plano de adubação com doses e cronograma conforme o porte da planta.\n\nDeseja informações mais específicas sobre propagação por sementes ou manejo em vaso?","Babosa branca (Cordia superba): arbusto florido de pétalas brancas e perfume suave, atrai beija-flores — charme silvestre com jeitinho medicinal.","/uploads/species_cover/cordia-superba.webp","Árvore nativa da Mata Atlântica cujos frutos carnudos atraem aves, favorecendo a dispersão de sementes e a regeneração de áreas degradadas.","Plante em pleno sol ou meia-sombra; prefere solos bem drenados.\nRegue moderadamente; tolera curtos períodos de seca, evite encharcamento.\nMultiplique por sementes frescas; semeie logo após a colheita para melhor germinação.\nEvite podas durante a floração para não prejudicar polinizadores e a frutificação.",[],1793306118731]