[{"data":1,"prerenderedAt":40},["ShallowReactive",2],{"echeveria-gigantea":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"pictures":11,"name":30,"canonical_name":31,"scientific_name":32,"slug":33,"cover":34,"short_description":35,"description":36,"planting_instructions":37,"audio":38,"comments":39},"67ab7e4c9662f70055c1d2b1",[],[],[],[],[],"4201805",[12,14,16,18,20,22,24,26,28],{"url":13},"https://bs.plantnet.org/image/o/06b83e8496a74644d01145cdea3b3225b5b28a6b",{"url":15},"https://bs.plantnet.org/image/o/13dabff4bf047db75e7a3e7794d9a706e9205af0",{"url":17},"https://bs.plantnet.org/image/o/04458632b579160170e2fda4e7476b7e54ec02bf",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/60889212/original.jpeg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/60889213/original.jpeg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/60889221/original.jpeg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/402975/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/402976/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/402977/original.jpg","Gigante Rosa","Echeveria gigantea","Echeveria gigantea Rose & Purpus","echeveria-gigantea","/uploads/species_cover/echeveria-gigantea-mvvtl1pj.webp","Gigante Rosa (Echeveria gigantea): suculenta em roseta gigante de folhas carnudas cor-de-rosa, adora sol, pouca água — charme fácil e fotogênico!","Nome e classificação\n- Nome comum: Gigante Rosa\n- Nome científico: Echeveria gigantea\n- Grupo: suculenta (família Crassulaceae)\n\nDescrição geral (linguagem simples)\nA Gigante Rosa é uma suculenta em forma de roseta, conhecida por suas folhas grossas, carnudas e geralmente largas. As rosetas são maiores do que as de muitas echeverias comuns, daí o nome “gigante”. As folhas podem ser verdes com tons rosados ou amarronzados nas bordas, especialmente quando a planta recebe bastante sol. A superfície costuma ser um pouco farinácea (parece ter uma camada de pó), o que ajuda a refletir luz e reduzir perda de água.\n\nTamanho e porte\n- Rosetas: normalmente grandes para uma echeveria, frequentemente entre 15 cm e 30 cm de diâmetro (varia conforme cultivo).\n- Porte: pode formar touceiras por produção de brotos (filhotes) ao redor da planta-mãe.\n\nFlores\n- Produz hastes florais que se erguem acima das rosetas.\n- Flores em forma de sino, geralmente em tons alaranjados, cor-de-rosa ou vermelhos suaves.\n- Floresce na primavera e verão, dependendo do clima e das condições de cultivo.\n\nOrigem e habitat natural\n- Originária de regiões áridas/semáridas do México (como muitas echeverias).\n- Cresce em áreas rochosas e bem drenadas, exposta ao sol ou meia-sombra, com pouca chuva.\n\nCultivo — o que ela precisa (simples e prático)\n- Luz: gosta de muita luz; luz direta pela manhã e sol pleno por algumas horas é ideal. Em locais muito quentes, proteger do sol forte da tarde para evitar queimaduras.\n- Solo: solo bem drenado é essencial. Mistura para cactos/suculentas ou terra comum com bastante areia grossa/perlita.\n- Rega: rega moderada — molhar profundamente e deixar o substrato secar quase totalmente antes de regar novamente. Evite deixar água parada; excesso provoca apodrecimento das raízes.\n- Temperatura: prefere climas quentes; sensível a geadas. Em geral, não tolera muito abaixo de 5 °C; manter em local protegido no inverno em regiões frias.\n- Fertilização: alimentar levemente na primavera e verão com fertilizante diluído específico para suculentas ou cactos, uma vez por mês é suficiente.\n\nPropagação\n- Por brotos/filhotes: separar os pequenos rebentos que surgem ao lado da planta-mãe e replantar.\n- Por folhas: folhas saudáveis podem enraizar e formar novas plantas (deixar a folha secar a “calosidade” antes de colocar sobre substrato).\n- Por sementes: possível, mas mais demorado.\n\nPragas e doenças comuns\n- Pragas: cochonilhas (mealybugs), pulgões e às vezes ácaros. Inspecionar e tratar com álcool isopropílico no cotonete ou produtos específicos.\n- Doenças: apodrecimento por excesso de água e fungos. Solo encharcado e pouca ventilação favorecem problemas.\n\nCuidados e manutenção\n- Retirar folhas velhas secas para evitar acúmulo de pragas.\n- Replantar quando a touceira ficar muito grande ou o substrato estiver degradado.\n- Boa ventilação e luz adequada mantêm a cor e a forma das folhas.\n\nUsos\n- Planta ornamental muito usada em vasos, jardins de pedra e arranjos de suculentas pela sua aparência decorativa e porte marcante.\n\nObservações finais\nA Gigante Rosa (Echeveria gigantea) é uma suculenta de fácil cultivo para quem respeita seu ciclo de rega e precisa de muita luz e solo drenante. Ideal para quem quer uma echeveria de rosetas grandes e aparência vistosa, mas requer proteção contra frio intenso e regas excessivas.","Segue um guia prático e direto para plantar e cuidar da Echeveria gigantea (“Gigante Rosa”).\n\nResumo rápido\n- Tipo: suculenta, roseta.\n- Solo: muito drenante.\n- Luz: muita luz/sol direto pela manhã; proteger do sol forte de fim de tarde.\n- Rega: “encharque e deixe secar” — evitar rega frequente.\n- Temperatura: prefere 15–28 °C; não tolera geadas (evitar abaixo de ~5 °C).\n- Propagação: mudas/filhotes, folhas, sementes.\n- Problemas comuns: apodrecimento por excesso de água, alongamento por pouca luz, cochonilhas e pulgões.\n\nPlantio passo a passo\n1. Escolha do vaso: vaso com furos de drenagem. Material pode ser cerâmica ou plástico; vasos rasos funcionam bem.\n2. Substrato: mistura muito drenante. Ex.: 50% terra fértil ou substrato vegetal + 30% perlita/pumice + 20% areia grossa ou cascalho. Alternativamente, use terra para cactos/suculentas e adicione perlite/pedra-pomes.\n3. Plantio: coloque uma camada de drenagem (pedrinhas), substrato, acomode a planta e compacte levemente. Deixe o colo da planta (base das folhas) ligeiramente acima do nível do substrato.\n4. Primeira rega: aguarde 2–3 dias para que o corte/raiz se acomodem, depois faça a primeira rega moderada.\n\nRega\n- Técnica: encharque até sair água pelos furos e deixe o substrato secar completamente antes da próxima rega.\n- Frequência: na primavera/verão (período de crescimento) pode ser a cada 7–14 dias dependendo do calor e do substrato; no outono/inverno muito menos (cada 3–6 semanas). Ajuste conforme secura do solo e aparência das folhas.\n- Sinais: folhas murchas e enrugadas = falta de água; folhas translúcidas, moles ou queda de folhas = excesso de água/raízes podres.\n\nLuz e posição\n- Luz direta de manhã e luz intensa indireta no restante do dia. Em clima muito quente, proteger do sol forte do meio-dia/tarde para evitar queimaduras.\n- Falta de luz causa alongamento (etiolação); leve a planta para local mais claro gradualmente para evitar queimaduras solares.\n\nTemperatura e umidade\n- Ideal: 15–28 °C. Evitar temperaturas persistentes abaixo de ~5 °C.\n- Prefere baixa umidade relativa e boa circulação de ar. Ambientes muito úmidos favorecem fungos e apodrecimento.\n\nAdubação\n- Durante a primavera/verão: fertilizante específico para cactos/suculentas ou fertilizante balanceado diluído (1/4–1/2 da dose) a cada 4–6 semanas.\n- Não adubar no inverno.\n\nPropagação\n- Filhotes (offsets): destacar com cuidado, deixar secar o corte 1–2 dias e plantar em substrato drenante.\n- Folhas: retirar folha saudável “inteira”, deixar a extremidade secar/cicatrizar por 2–4 dias, colocar sobre o substrato e manter com leve nebulização até formarem raízes e brotos.\n- Estacas de caule: cortar, deixar cicatrizar, plantar.\n- Sementes: possível, mas menos comum para hobbistas—usar substrato leve e manter umidade constante até germinação.\n\nPoda e floração\n- Florescem em hastes; corte a haste seca após a floração se desejar direcionar energia para crescimento vegetativo.\n- Remova folhas inferiores amareladas/necrosadas para melhorar aparência e prevenir pragas.\n\nPragas e doenças\n- Pragas comuns: cochonilha (algodão), pulgões, cochonilha de escama. Tratar com álcool isopropílico 70% com cotonete para áreas pequenas, sabão inseticida/neem para infestação leve, inseticida específico se necessário.\n- Doenças: podridão radicular por excesso de água (fungos/bactérias). Causas principais: substrato mal drenado e rega excessiva. Remover partes afetadas e replantar em substrato novo se possível.\n- Prevenção: boa drenagem, evitar borrifar demais as folhas, ventilação.\n\nProblemas comuns e soluções rápidas\n- Folhas moles/translúcidas: rega excessiva → reduzir água, verificar raízes.\n- Folhas enrugadas: pouca água → regar moderadamente.\n- Planta estiolada (alongada): pouca luz → aumentar intensidade de luz gradualmente.\n- Queimaduras (manchas marrons/claro): luz/sol muito forte → mover para local com manhã de sol ou meia-sombra.\n\nDicas práticas finais\n- Acostume a planta a mais sol gradualmente (2–3 semanas).\n- Use vasos individuais (Echeverias não gostam de competição de raízes apertadas, troque quando muito apertadas — a cada 1–2 anos).\n- Se for cultivar dentro de casa, coloque próximo a janela ensolarada, com boa ventilação.\n- Evite água nas rosetas (cavalo de rega) para diminuir risco de fungos.\n\nSe quiser, posso:\n- Sugerir uma receita de mistura de substrato com quantidades precisas.\n- Explicar passo a passo como multiplicar por folhas com fotos (se enviar imagens da sua planta, posso ajudar a diagnosticar problemas).",null,[],1793422738085]