[{"data":1,"prerenderedAt":63},["ShallowReactive",2],{"flacourtia-indica":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":54,"slug":55,"description":56,"planting_instructions":57,"short_description":58,"curiosity":59,"tips":60,"cover":61,"comments":62},"6a0f039f50bfa60022231d17",[],[],[],[],[],"5331162","Flacourtia indica (Burm.fil.) Merr.","ameixa-do-governador",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42,44,46,48,50,52],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/622803112/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/633145397/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/633145403/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/633145405/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/633145464/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/633573921/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/633573924/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/633573923/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/633575060/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/673191469/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/634138967/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/634139005/original.jpg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/634139018/original.jpg",{"url":41},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/634139044/original.jpg",{"url":43},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/643392242/original.jpg",{"url":45},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/643392292/original.jpg",{"url":47},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/659602654/original.jpg",{"url":49},"https://bs.plantnet.org/image/o/6254aff301c0fedb943f3ea618050b7c6e8c7cbe",{"url":51},"https://bs.plantnet.org/image/o/a04f1c013c95965ad58b8c758bfe79e039244208",{"url":53},"https://bs.plantnet.org/image/o/1f13ddf8823882a147c881059d4a963271c171e8","Flacourtia indica","flacourtia-indica","Nome comum: ameixa-do-governador\nNome científico: Flacourtia indica (sin.: Flacourtia jangomas / outras referências em alguns lugares)\n\nDescrição geral\n- É um arbusto ou pequena árvore que atinge normalmente entre 3 e 10 metros de altura. Em algumas condições fica mais arbustiva (2–4 m).\n- Tronco e ramos podem apresentar espinhos curtos, o que a torna útil também como cerca viva.\n\nFolhas\n- Folhas simples, alternas, de formato elíptico a obovado, com 4–12 cm de comprimento.\n- Margem geralmente serrilhada; superfície lisa e verde brilhante; pecíolo curto.\n\nFlores\n- Pequenas flores brancas ou creme, agrupadas em cachos (cimeiras ou racemos).\n- Floresce em abundância por curtos períodos; atraem polinizadores como abelhas.\n\nFrutos\n- Fruto tipo drupa, redondo a levemente oval, de 1 a 3 cm (às vezes maiores, conforme variedade).\n- Cor: verde imaturo, ficando amarelo, alaranjado, vermelho ou roxo escuro quando maduro.\n- Polpa suculenta, doce a ácida; contém vários caroços/semillas pequenas.\n- Usado ao natural (quando muito maduro), em compotas, geleias, licores e fermentados.\n\nDistribuição e habitat\n- Espécie de clima tropical e subtropical. Originária de Madagascar e de partes da África e sul/ sudeste da Ásia, foi difundida em várias regiões tropicais do mundo.\n- Cresce bem em solos pobres, tolera seca moderada e é encontrada em bordas de matas, capoeiras, área urbana e quintais.\n- Em vários países é considerada espécie naturalizada e, em alguns locais, invasora.\n\nUsos\n- Alimentação: fruto comestível usado fresco (quando maduro) e em preparações caseiras — geleias, compotas, doces e bebidas.\n- Medicinal tradicional: partes da planta (casca, folhas, frutos) são usadas em remédios populares para diarréia, infecções e inflamações. Há estudos de compostos fenólicos e taninos, mas isso não substitui orientação médica.\n- Ornamental e cerca viva: pela floração, fruto e presença de espinhos.\n- Madeira: não é de grande valor madeireiro, usada localmente para lenha ou pequenas utilidades.\n\nCultivo e reprodução\n- Clima: prefere sol pleno a meia-sombra; aceita secas curtas.\n- Solo: adapta-se a solos pobres e bem drenados; tolera leve salinidade.\n- Propagação: por sementes (mais comum) ou por estaquia. Sementes germinam melhor se semeadas frescas; a germinação pode levar algumas semanas.\n- Cuidados: poda para moldar e controlar tamanho; tolerante e de fácil manejo em quintais.\n\nPragas e doenças\n- Pode ser atacada por moscas-das-frutas (que estragam os frutos), cochonilhas, pulgões e fungos que provocam manchas foliares.\n- Manejo básico: remoção de frutos infectados, armadilhas para moscas-das-frutas, controle biológico ou tratamentos químicos conforme necessidade e regulamentação local.\n\nEstado de conservação e precauções\n- Não é considerada globalmente ameaçada; é comum e, em algumas áreas, tende a se espalhar fácil — por isso pode tornar-se invasora.\n- Frutos e partes da planta usados em medicina tradicional devem ser consumidos com cautela e, em caso de dúvidas, procurar um profissional de saúde.\n\nComo identificar facilmente\n- Procure uma pequena árvore/arbusto com ramos espinhosos, folhas alternas serrilhadas e cachos de pequenas flores brancas; frutos redondos, mudando do amarelo/laranja para vermelho/roxo ao amadurecer.\n\nSe quiser, posso preparar uma ficha técnica resumida (caracteres-chave) para sua base de dados, com campos como habitat, uso alimentar, tamanho, método de propagação, tolerâncias ambientais e risco de invasão. Quer dessa forma?","Ameixa-do-governador (Flacourtia indica) — guia prático de plantio e manejo\n\n1) Resumo da espécie\n- Origem: áreas tropicais/subtropicais (Madagáscar, África, Sul e Sudeste da Ásia).  \n- Porte: arbusto ou árvore pequena (2–8 m, dependendo das condições e poda).  \n- Frutos: drupas vermelhas/roxo-escuras quando maduras, com polpa suculenta; comestíveis e usados em geleias, compota e consumo in natura.  \n- Observação: ramos podem ter espinhos; em algumas regiões a espécie é considerada invasora — plantar com responsabilidade.\n\n2) Clima e solo\n- Clima: prefere clima tropical a subtropical, calor e humidade moderada; sensível a geadas.  \n- Solo: adapta-se a solos pobres, mas melhor rendimento em solo bem drenado, fértil, com textura franco-arenosa a argilosa e pH levemente ácido a neutro (pH 5,5–7).  \n- Exposição: pleno sol ou meia-sombra; frutifica melhor com bastante luz.\n\n3) Propagação\n- Sementes: colha frutos maduros, lave a polpa e semeie fresco. Germina bem, em semanas a alguns meses. Mudas de semente podem levar mais tempo para frutificar (2–4+ anos).  \n- Estaquia: estacas semi-lenhosas enraizam bem; use substrato úmido e hormona de enraizamento para melhores taxas. Enraizamento ocorre em semanas.  \n- Alporquia e enxertia também são possíveis. Estacas costumam dar maturação mais rápida que sementes.\n\n4) Plantio (passo a passo)\n- Escolha local com sol direto; longe de cursos naturais se houver risco de escape invasor.  \n- Espaçamento: 3–6 m entre plantas (dependendo do porte desejado).  \n- Cova: 40–60 cm de largura e profundidade. Misture o solo retirado com composto orgânico bem decomposto (2–4 kg) ou esterco curtido.  \n- Plante a muda no mesmo nível do torrão, compacte levemente e regue imediatamente. Coloque palha (mulch) ao redor, mantendo 5–10 cm distante do colo.\n\n5) Rega\n- Mudas: regas regulares para manter substrato úmido nas primeiras semanas.  \n- Adultas: tolerante à seca, mas melhor produção com irrigação regular especialmente em florescimento e formação de frutos. Evite encharcar; bom escoamento é importante.  \n- Frequência: semanal em estação seca, ajustar conforme clima/solo.\n\n6) Adubação\n- No plantio: composto/orgânico.  \n- Primeiros anos: adube 3–4 vezes ao ano com adubo balanceado (ex.: NPK 10-10-10) ou com corretivo orgânico; aplicar maior proporção de nitrogênio para crescimento inicial.  \n- Árvores maduras: 2–3 aplicações ao ano, antes do florescimento e após frutificação. Use composto, esterco curtido e, se necessário, fertilizante mineral conforme análise foliar.  \n- Micronutrientes: observar sintomas de deficiência (clorose) e corrigir com quelatos se necessário.\n\n7) Poda\n- Formativa: nos primeiros anos, para conduzir o tronco e ramificação desejada.  \n- Manutenção: remover galhos secos, doentes e ramos que cruzam. Podas leves para abrir copa e facilitar colheita.  \n- Controle de porte: podar após a frutificação; cuidado com cortes pesados em meses frios.\n\n8) Florescimento e frutificação\n- Flores pequenas, visitadas por abelhas.  \n- Frutifica normalmente a partir de 1–3 anos (estacas) ou 3–5 anos (sementes), dependendo das condições.  \n- Colheita quando os frutos estiverem coloridos e ligeiramente macios. Conservação é curta — refrigerar ou processar em geleia/compotas.\n\n9) Pragas e doenças comuns\n- Pragas: moscas-das-frutas (Ceratitis, Anastrepha), pulgões, cochonilhas, lagartas. Controle: higiene, remoção de frutos atacados, armadilhas, nem sempre obrigatório insecticida; uso de controle biológico, captura e tratamentos locais (óleo de nim, sabão inseticida) conforme necessidade.  \n- Doenças: manchas foliares, fungos (podridão de frutos, antracnose) em clima úmido. Controle por boa ventilação, evitar molhar folhas em excesso, remover restos vegetais e aplicar fungicidas orgânicos/convencionais se necessário.  \n- Manejo integrado: inspeção regular, poda para ventilação, manter área limpa.\n\n10) Cuidados especiais e segurança\n- Use luvas ao podar por causa de espinhos.  \n- Evite plantar perto de matas nativas sensíveis se sua região tem histórico de invasão por Flacourtia. Informe-se junto às autoridades locais sobre status da espécie.  \n- Frutos são comestíveis, mas sempre lave bem antes de consumir.\n\n11) Usos\n- Alimentar: consumo in natura, compotas, geleias, vinhos.  \n- Ornamental: por flores e frutos atrativos.  \n- Medicinal/tradicional: uso popular em alguns locais (ver fontes locais antes de uso medicinal).\n\nSe quiser, posso:\n- dar um plano de adubação e rega adaptado ao seu clima/solo (informe cidade/estado e tipo de solo),  \n- explicar passo a passo como multiplicar por estacas, ou  \n- listar receitas para aproveitar a fruta.","Ameixa-do-governador (Flacourtia indica): arbusto espinhoso com frutinhas laranja-avermelhadas, doces-azedas — perfeitas frescas ou em geleias!","Ameixa-do-governador produz frutos comestíveis apreciados por aves e morcegos, que dispersam suas sementes; em climas tropicais pode virar invasora.","Plante em local ensolarado; tolera sombra parcial e prefere solos bem drenados.,Regue moderadamente; suporta curtos períodos de seca, evitando encharcar o solo.,Propaga-se por estacas ou sementes; colha frutos maduros para consumo e geleias.","/uploads/species_cover/flacourtia-indica.webp",[],1793306115231]