[{"data":1,"prerenderedAt":66},["ShallowReactive",2],{"fraxinus-excelsior":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":56,"slug":57,"description":58,"planting_instructions":59,"short_description":60,"audio":61,"cover":62,"curiosity":63,"tips":64,"comments":65},"68dabfdf739349002259d280",[],[],[],[],[],"3172358","Fraxinus excelsior L.","Freixo",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42,44,46,48,50,52,54],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605092565/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605092536/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605092677/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605092618/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604581408/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604581671/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604581697/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604581722/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604581745/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604581758/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605301937/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605685713/original.jpg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604792658/original.jpg",{"url":41},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604511157/original.jpg",{"url":43},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605327631/original.jpg",{"url":45},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604773149/original.jpg",{"url":47},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604492458/original.jpg",{"url":49},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604492506/original.jpg",{"url":51},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604492885/original.jpg",{"url":53},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604492797/original.jpg",{"url":55},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604492870/original.jpg","Fraxinus excelsior","fraxinus-excelsior","Freixo (Fraxinus excelsior)\n\n- Nomes comuns: freixo, freixo‑europeu, freixo‑comum.\n- Família: Oleaceae (mesma família da oliveira e do lilás).\n- Tipo: árvore caducifólia (perde as folhas no outono), de grande porte e crescimento rápido quando jovem.\n\nIdentificação e características\n- Porte: 20–40 m de altura, tronco reto e copa ampla quando adulto.\n- Casca: cinzenta; lisa quando jovem, ficando mais fendida com a idade.\n- Botões: pretos e aveludados no inverno – sinal clássico para reconhecer a espécie.\n- Folhas: compostas e opostas, com 7–13 folíolos alongados e serrilhados; verdes e brilhantes. Brotam tarde na primavera e caem relativamente cedo no outono.\n- Flores: pequenas, sem pétalas, em cachos; surgem no início da primavera antes das folhas. Polinização principalmente pelo vento.\n- Sexo das flores: há indivíduos masculinos, femininos e hermafroditas, e uma mesma árvore pode mudar de “sexo” de um ano para outro.\n- Frutos: sâmaras (sementes com “asa”) alongadas, em cachos, que o vento espalha no fim do verão e outono.\n\nHabitat e distribuição\n- Origem: grande parte da Europa e até o Cáucaso e oeste da Ásia; mais comum em regiões de clima temperado e húmido.\n- Ambiente: margens de rios, vales e florestas mistas. Prefere solos profundos, férteis, húmidos e bem drenados.\n- Solo e pH: adapta‑se melhor a solos neutros a alcalinos (inclusive calcários); vai pior em solos muito ácidos ou encharcados por longos períodos.\n- Clima: tolera frio rigoroso; não gosta de verões muito secos e quentes típicos do Mediterrâneo.\n\nEcologia\n- Luz: tolera alguma sombra quando jovem, mas forma melhor copa com boa luz.\n- Fauna associada: hospeda diversas espécies de insetos e fungos; as sementes servem de alimento para aves e pequenos mamíferos. As flores têm pouco néctar.\n- Raízes: vigorosas e relativamente superficiais; podem levantar pavimentos se plantado muito perto.\n\nCrescimento e longevidade\n- Crescimento: rápido nos primeiros anos (pode superar 40 cm/ano em boas condições); desacelera com a idade.\n- Vida: frequentemente 150–250 anos, podendo viver mais em condições ideais.\n\nUsos\n- Madeira: clara, elástica e resistente a impactos. Muito valorizada para cabos de ferramentas, tacos e raquetes, arcos, mobiliário, soalhos, lâminas de trenó e objetos que exigem flexibilidade. Excelente lenha e carvão.\n- Tradicional: folhas já foram usadas como forragem para gado; na medicina popular, folhas e casca têm usos leves (diurético/anti-inflamatório), sempre com orientação adequada.\n- Paisagismo: árvore de alinhamento e parques em regiões onde as doenças permitem.\n\nPlantio e manejo\n- Local: pleno sol a meia‑sombra, espaço amplo para a copa e longe de estruturas (idealmente 8–12 m).\n- Rega: manter húmido nos 2–3 primeiros anos; depois, geralmente dispensa rega em climas temperados.\n- Poda: mínima; podas estruturais no inverno com cortes pequenos e bem feitos. Evitar grandes feridas (porta de entrada para fungos).\n- Propagação: por sementes colhidas no outono; precisam de estratificação (período morno seguido de frio). A germinação pode ocorrer só na 2.ª primavera. Cultivares são enxertados.\n\nSaúde, pragas e riscos\n- Doença da “seca do freixo” (Hymenoscyphus fraxineus): principal ameaça na Europa. Provoca murcha de ramos, cancros e morte regressiva. Jovens são especialmente vulneráveis; uma pequena percentagem de árvores mostra resistência parcial.\n- Besouro‑esmeralda‑do‑freixo (Agrilus planipennis): escaravelho invasor que mata freixos ao perfurar o câmbio; já causa grandes danos em partes do hemisfério norte e é alvo de vigilância na Europa. Onde se estabelece, a mortalidade é muito alta.\n- Outras: pragas desfolhadoras, pulgões e fungos de raiz. Pólen pode causar alergias na primavera.\n- Boas práticas: evitar movimentar lenha/mudas de áreas afetadas; diversificar plantios; monitorar sintomas e remover árvores perigosas.\n\nConservação\n- Populações em forte declínio em várias regiões europeias devido à doença da seca do freixo, com impactos ecológicos e econômicos. Existem programas de seleção de árvores mais tolerantes e recomendações para manejo e contenção de pragas.\n\nComo distinguir de espécies parecidas\n- Fraxinus excelsior tem botões pretos e folíolos geralmente mais largos.\n- Fraxinus angustifolia (freixo‑de‑folha‑estreita), comum no sul da Europa, tem botões acastanhados e folíolos mais estreitos.\n\nResumo prático\n- Árvore europeia grande, de folhas compostas e botões pretos.\n- Cresce bem em solos profundos, férteis e húmidos, com bom frio no inverno.\n- Madeira muito útil e valiosa, mas a espécie enfrenta sérias doenças e pragas.\n- Só deve ser plantada hoje com atenção às ameaças locais, diversidade de espécies e manejo preventivo.","Freixo (Fraxinus excelsior) – como plantar e cuidar\n\nVisão geral\n- Porte: árvore grande, 20–35 m de altura e 15–25 m de copa; crescimento médio a rápido quando jovem.\n- Longevidade: pode ultrapassar 150–200 anos.\n- Uso: sombra, madeira, valor ecológico (abrigo e alimento para fauna).\n- Observação importante: em muitas regiões da Europa o freixo europeu está sob alta pressão de doenças (murcha/doença-do-freixo, Hymenoscyphus fraxineus) e pragas (broca‑esmeralda, Agrilus planipennis, em expansão em várias áreas). Verifique a situação local e recomendações oficiais antes de plantar.\n\nClima e luz\n- Rusticidade: equivalente a USDA 4–7(8). Tolera frio intenso.\n- Luz: pleno sol a sol filtrado; quanto mais luz, melhor vigor e forma.\n- Vento/geada: tolera vento; brotos jovens podem sofrer com geadas tardias em locais muito expostos.\n\nSolo\n- Preferências: fértil, profundo, úmido mas bem drenado.\n- pH: neutro a alcalino; tolera solos calcários. Adapta‑se a levemente ácido.\n- Tolerâncias: suporta períodos curtos de encharcamento; sensível a compactação crônica e solos muito secos quando jovem.\n\nLocal e espaçamento\n- Espaço: plante longe de fiações e construções. Deixe 8–12 m de distância de edificações/pavimentações e 10–15 m entre árvores.\n- Raízes: vigorosas; evite plantio muito próximo a calçadas e canos antigos.\n\nComo plantar (mudas em torrão/recipiente ou a raiz nua)\n1) Época\n- Raiz nua: final do outono a fim do inverno, em dormência.\n- Em recipiente: outono ou início da primavera; evite calor extremo.\n\n2) Abertura da cova\n- 2–3 vezes mais larga que o torrão, tão profunda quanto a altura do torrão (não enterre o colo).\n- Solte as paredes da cova e incorpore 20–30% de composto bem curtido ao solo removido se o solo for pobre. Não exagere em adubo no fundo.\n\n3) Plantio\n- Posicione com o colo no nível do solo; garanta que o alargamento do tronco (root flare) fique visível.\n- Preencha com o solo nativo (misturado ao composto se necessário), firmando levemente para eliminar bolsões de ar.\n- Rega inicial abundante (20–40 L, dependendo do tamanho da muda).\n- Tutoramento: apenas em locais muito ventosos ou para mudas altas; use 1–2 tutores soltos, removendo após 1–2 anos.\n\n4) Cobertura morta (mulch)\n- Aplique 5–8 cm de cobertura orgânica (casca, folhas, lascas) numa bacia ampla, mantendo 8–10 cm livres ao redor do tronco.\n\nIrrigação\n- Estabelecimento (primeiros 2 verões): regas profundas 1 vez/semana, 20–40 L por planta (ajuste para 2x/semana em calor/seca). O objetivo é umedecer 30–40 cm de profundidade.\n- Após estabelecido (3º ano em diante): geralmente dispensa irrigação, exceto em secas prolongadas; faça regas profundas e espaçadas.\n\nAdubação\n- Baixa exigência. Faça cobertura anual com 2–3 cm de composto no fim do inverno/início da primavera.\n- Só use adubo mineral se análise de solo indicar; evite excesso de nitrogênio (pode aumentar suscetibilidade a pragas/doenças).\n\nPoda e formação\n- Objetivo: desenvolver um líder central, eliminar ramos cruzados, quebrados e manter boa distância do solo para circulação.\n- Época: poda leve no fim do inverno (dormência) ou no fim do verão; evite o início da primavera quando a seiva está subindo. Desinfete ferramentas.\n- Evite podas drásticas; grandes cortes aumentam risco de apodrecimento e infecção.\n\nPropagação\n- Sementes: coletadas no outono; muitas têm dormência dupla. Germinação frequentemente leva 1–2 anos. Requer estratificação morno-frio (ex.: ~12–16 semanas a 15–20 °C seguidas de 16–20 semanas a 3–5 °C). Mais prático adquirir mudas de viveiro.\n- Estacas: difíceis; enxertia é usada em programas de melhoramento, mas não comum para jardinagem.\n\nCalendário de cuidados (resumo)\n- Outono/inverno: plantio (raiz nua), correção do solo, mulch; podas estruturais leves no fim do inverno.\n- Primavera: monitorar brotação, pragas; irrigação regular para mudas.\n- Verão: regas profundas em períodos secos; inspeção de pragas/doenças; poda leve no fim do verão se necessário.\n- Outono: recolocar mulch, limpeza de folhas doentes (não compostar material doente).\n\nProblemas comuns\n- Doença-do-freixo (Hymenoscyphus fraxineus, “murcha do freixo”): sintomas incluem murcha de folhas, necroses negras nos pecíolos e ramos jovens, morte regressiva da copa e brotações epicórmicas no tronco.\n  • Manejo: não há cura; escolha áreas/regiões com baixa incidência ou evite plantar. Remova e descarte com segurança material fortemente infectado. Desinfete ferramentas. Não mova lenha de freixo entre regiões. Consulte serviços florestais locais.\n- Broca‑esmeralda (Agrilus planipennis): sinais incluem furos em “D” no tronco, galerias serpenteantes sob a casca, desfolha e morte regressiva da copa.\n  • Manejo: onde presente, proteção de árvores valiosas pode exigir injeções/tratamentos sistêmicos por profissional habilitado; monitore ativamente e siga orientações oficiais.\n- Outras: pulgões, ácaros, serrinhas (sawflies), oídio, cancro; geralmente toleráveis em árvores vigorosas.\n- Estresse hídrico: bordas de folhas queimadas e queda precoce indicam seca; ajuste a irrigação das mudas.\n\nSegurança, regulamentação e ecologia\n- Alergenicidade: pólen anemófilo; pode causar alergias na primavera.\n- Legal/restrições: algumas regiões têm recomendações para não plantar freixos devido a doenças/pragas. Verifique normas locais antes de adquirir mudas ou transportar lenha.\n- Valor ecológico: ótima árvore nativa na Europa para biodiversidade; folhas e sementes alimentam invertebrados e aves.\n\nÉ adequado para vasos?\n- Não. É uma árvore de grande porte. Cultivo em recipiente é apenas temporário (viveiro). Plante em solo definitivo.\n\nAlternativas quando houver alta pressão de pragas/doenças\n- Se a sua região tem forte incidência de doença‑do‑freixo ou presença de broca‑esmeralda, considere espécies alternativas de porte e ecologia semelhantes: carvalhos nativos (Quercus robur, Q. petraea), tílias (Tilia cordata), bordo-campeche (Acer campestre) ou amieiro (Alnus glutinosa), conforme o sítio.\n\nDicas finais\n- Dê espaço e solo de qualidade; proteja as mudas nos 2–3 primeiros anos com irrigação e mulch.\n- Priorize material de viveiros confiáveis; informe‑se sobre possíveis cultivares/linhagens com tolerância à doença-do-freixo, quando disponíveis localmente.\n- Para podas grandes ou manejo de pragas importantes, consulte um arborista certificado.\n\nSe você me disser sua região/clima e tamanho disponível, posso ajustar as recomendações (época de plantio, irrigação e possíveis espécies alternativas).","Freixo (Fraxinus excelsior): gigante elegante das florestas, copa arejada e madeira robusta. Suas sementes giram como hélices—pura diversão da natureza!",null,"/uploads/species_cover/fraxinus-excelsior.webp","A madeira do freixo é tão flexível e resistente que historicamente foi usada para remos, arcos e eixos de carroças.","Plante em solo bem drenado e profundo; suporta sombra parcial, prefere sol pleno.\nRegue regularmente no primeiro ano; depois tolera melhor a seca.\nMonitore por folhas amareladas e ramos mortos; pode ser a murcha-do-freixo (Hymenoscyphus fraxineus), retire ramos afetados.",[],1793410662264]