[{"data":1,"prerenderedAt":67},["ShallowReactive",2],{"joannesia-princeps":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":58,"slug":59,"description":60,"planting_instructions":61,"short_description":62,"cover":63,"curiosity":64,"tips":65,"comments":66},"696012f9b30eaa002281d41e",[],[],[],[],[],"3075087","Joannesia princeps Vell.","Boleira",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42,44,46,48,50,52,54,56],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/611097167/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/619282786/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/619282808/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/619282832/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/616985840/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/629604399/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/629604403/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/625374949/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/625374984/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/643177619/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/643177662/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/643177720/original.jpg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/643705486/original.jpg",{"url":41},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/643705713/original.jpg",{"url":43},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/643968618/original.jpg",{"url":45},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/694574778/original.jpg",{"url":47},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/694574710/original.jpg",{"url":49},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/461250406/original.jpeg",{"url":51},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/461250432/original.jpeg",{"url":53},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/461250464/original.jpeg",{"url":55},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/461250676/original.jpeg",{"url":57},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/461251277/original.jpeg","Joannesia princeps","joannesia-princeps","Boleira (Joannesia princeps) é uma árvore da família Euphorbiaceae, nativa do Brasil. Abaixo está uma descrição em linguagem simples, cobrindo como é a planta, onde vive, para que serve e seu estado de conservação.\n\nDescrição geral\n- Porte: é uma árvore de porte médio a grande, com tronco reto que pode atingir alturas expressivas em floresta bem conservada.\n- Tronco e casca: o tronco costuma ser relativamente espesso; a casca pode variar de lisa a rugosa e às vezes solta em placas conforme a árvore envelhece.\n- Folhas: as folhas são simples e grandes (ou compostas com poucas lâminas, dependendo das fontes), com nervuras bem marcadas. As folhas são verdes e geralmente caem em épocas secas ou menos chuvosas, dependendo do local.\n- Flores: as flores são pequenas e típicas da família Euphorbiaceae, muitas vezes unissexuais (existem flores masculinas e femininas na mesma planta — monoica). Aparecem em cachos ou inflorescências no ramo.\n- Frutos e sementes: produz frutos que, ao amadurecer, liberam sementes. Em Euphorbiaceae é comum que frutos se abram para dispersar as sementes; as sementes podem ter características que atraem formigas ou outros dispersores.\n- Seiva: como muitas espécies do grupo, pode apresentar seiva leitosa ou substâncias irritantes — cuidado ao manusear partes cortadas.\n\nHabitat e distribuição\n- Vive em florestas tropicais e ombrófilas, preferindo áreas de mata bem estruturada e com boa umidade do solo.\n- É registrada em regiões do Brasil (especialmente em áreas de Mata Atlântica), mas sua ocorrência é relativamente restrita quando comparada a espécies mais comuns.\n\nEcologia\n- Faz parte da camada arbórea da floresta e contribui para a estrutura e diversidade do estrato superior.\n- Serve de alimento e abrigo para vários animais: insetos polinizadores visitam as flores; aves e mamíferos podem consumir ou dispersar os frutos e sementes.\n- Espécies dessa família às vezes têm relações com formigas por causa de estruturas de sementes ou extraflorais, ajudando na dispersão ou proteção.\n\nUsos\n- Pode ter uso local como madeira para trabalhos específicos, como lenha ou pequenas construções, dependendo da qualidade da madeira.\n- Há registros de uso tradicional (medicinal ou outros), mas é preciso cautela: plantas da família Euphorbiaceae podem conter compostos tóxicos ou irritantes. Uso medicinal só deve ser feito com orientação de especialista.\n- Também pode ter valor paisagístico em reflorestamentos ou projetos de restauração por ser árvore nativa.\n\nConservação\n- Por ter distribuição restrita e depender de florestas nativas, a espécie costuma ser afetada por desmatamento, fragmentação e perda de habitat. Em muitas áreas, populações são pequenas e isoladas.\n- A conservação passa por proteger remanescentes de mata, promover restauração florestal e estudar melhor a espécie para entender sua distribuição e reprodução.\n\nComo identificar em campo (dicas práticas)\n- Procure uma árvore de porte médio a grande em matas nativas.\n- Observe as folhas grandes e a forma do tronco; verifique cachos de flores pequenas (quando em flor) e frutos na época apropriada.\n- Cuidado ao manusear: evite contato direto com seiva ou com partes frescas sem proteção.\n\nSe quiser, eu posso:\n- Buscar referências mais técnicas e citadas (artigos, herbários) sobre distribuição e estado de conservação;\n- Preparar um resumo com fotos e ilustrações que ajudem na identificação.","Aqui vai um guia prático e direto para plantar e cuidar da Boleira (Joannesia princeps). Se quiser, eu adapto as recomendações ao seu Estado/município — diga onde você vai plantar.\n\nResumo rápido\n- Espécie arbórea nativa de clima tropical/subtropical (Brasil). Porte médio a grande; usada em recomposição florestal e como ornamental.\n- Prefere solo fértil, profundo e bem drenado; sol pleno a meia-sombra.\n- Propaga-se por sementes (mais comum) e, com menor sucesso, por estacas.\n\nPropagação por sementes (procedimento recomendado)\n1. Colheita: recolha frutos maduros. Retire a polpa e lave as sementes.\n2. Tratamento: sementes tendem a germinar melhor se semeadas frescas. Pré‑molhe 12–24 h em água morna para amolecer a testa; se a casca for muito dura, leve lixamento suave (escariado) pode ajudar.\n3. Substrato: mistura leve e bem drenante (turfa ou fibra de coco + areia grossa/perlita 2:1). Esterilize ou use substrato comercial sem patógenos.\n4. Semeadura: sow a 1–2 cm de profundidade; mantenha o substrato úmido, não encharcado.\n5. Condições: temperatura entre 20–28 °C acelera germinação. Germinação: normalmente algumas semanas a alguns meses.\n6. Transplante de mudas: quando os brotos tiverem 2–4 pares de folhas verdadeiras, transplantar para recipiente maior. Leve ao campo após 6–12 meses, quando alcançarem 30–50 cm e o sistema radicular estiver bem formado.\n\nPropagação por estaquia (opcional)\n- Estacas semi-lenhosas com hormone enraizante e substrato úmido sob nebulização têm alguma chance de enraizar, mas taxa de sucesso é variável. Mais usado quando se pretende clonar espécimes.\n\nLocal de plantio e preparo do solo\n- Espaçamento: planeje conforme o porte (6–10 m entre indivíduos para formar cercas/axonais; em mata ciliar/plantações de restauração, variar conforme densidade desejada).\n- Cavidade: faça buraco de 2× o volume da cova da raiz. Misture parte do solo retirado com composto orgânico bem curtido (máx. 20–30%).\n- Posição: sol pleno a meia-sombra; evita locais encharcados (raiz sensível a asfixia).\n\nRega\n- Estabelecimento (primeiro 1–2 anos): regas regulares para manter solo úmido (2–3 vezes/semana dependendo do clima).\n- Planta estabelecida: tolerância moderada à seca; reduza frequência. Evite encharcamento — causa podres radiculares.\n\nAdubação\n- No plantio: adubo de base (composto orgânico) e pequena dose de NPK (ex.: 4–10–14 ou similar) incorporada ao solo; não exagerar para não queimar raízes.\n- Manutenção: adubação leve 2×/ano (matéria orgânica e NPK balanceado). Observações foliares ou análises de solo para correção de micronutrientes se houver sintomas.\n\nPoda\n- Poda formativa nos primeiros anos para definir estrutura (retirar galhos mal orientados, realizar poda de topo se necessário).\n- Retirar galhos secos/doentes e limpeza ocasional. Evite podas muito drásticas fora do período de dormência (se houver).\n\nPragas e doenças comuns\n- Possíveis: cochonilhas, pulgões, lagartas e fungos foliares; ataque por fungos em solos encharcados (podridão).\n- Manejo: controle integrado — inspeção regular, retirada manual em pequenos focos, inimigos naturais, óleo de nim/sabão inseticida para pragas sugadoras; fungicidas específicos apenas se necessário.\n- Prevenção: boa drenagem, espaçamento adequado e sanidade (não plantar material doente).\n\nCuidados gerais e recomendações finais\n- Mulching orgânico na base (5–10 cm, afastado do tronco) para conservar umidade e fornecer nutrientes.\n- Proteja mudas jovens de herbívoros e ventos fortes com tutor e tela, se necessário.\n- Sementes têm melhor viabilidade quando frescas — evite armazenagem longa sem condição controlada.\n- Verifique leis e normas locais: algumas espécies nativas têm restrições para coleta de sementes e manejo por serem protegidas ou em risco.\n\nQuer que eu monte um calendário mensal de cuidados (rega, adubações, poda) adaptado ao seu clima/município? Se sim, diga sua cidade/estado.","Boleira (Joannesia princeps): árvore tropical de madeira resistente, folhas vistosas e frutos curiosos — charme amazônico que encanta e protege a floresta!","/uploads/species_cover/joannesia-princeps.webp","Árvore da Mata Atlântica brasileira, a 'boleira' é notável pelo tronco largo e ornamental, usado como elemento paisagístico.","Plante em solo fértil, profundo e bem drenado.\nIrrigue regularmente no primeiro ano; depois tolera alguma seca.\nPrefira viveiros locais e preserve fragmentos de Mata Atlântica ao plantar.",[],1793306120038]