[{"data":1,"prerenderedAt":43},["ShallowReactive",2],{"lantana-strigocamara":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":34,"slug":35,"description":36,"planting_instructions":37,"short_description":38,"cover":39,"curiosity":40,"tips":41,"comments":42},"6944a5128a7ed00022eb1f8e",[],[],[],[],[],"4084229","Lantana × strigocamara R.W.Sanders","camará",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604513151/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604893876/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604542635/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605709366/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605728650/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605673067/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604759239/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/609306853/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/609161677/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/606022479/original.jpg","Lantana strigocamara","lantana-strigocamara","Camará (Lantana strigocamara)\n\nObservação sobre o nome\n- “Camará” é o nome comum usado no Brasil para plantas do gênero Lantana. O grupo mais conhecido é o complexo Lantana camara; Lantana strigocamara aparece em algumas referências como uma designação dentro desse complexo (variação/híbrido). A descrição a seguir vale para o que normalmente se entende por camará.\n\nDescrição geral\n- Tipo de planta: arbusto perene, às vezes trepador ou em forma de erva-liana, que pode atingir 1–2 m de altura (em condições favoráveis pode ficar maior).\n- Folhas: opostas, simples, com contorno oval a lanceolado, margens serrilhadas. Superfície áspera e com aroma forte quando esmagadas (cheiro característico).\n- Flores: agrupadas em inflorescências compactas e arredondadas no topo das hastes (cimos ou capítulos). Flores pequenas, tubulares, que variam muito de cor — amarelo, laranja, vermelho, rosa, roxo — e frequentemente mudam de cor conforme envelhecem (por isso o conjunto pode ficar multicolorido).\n- Frutos: drupas pequenas, redondas; começam verdes, depois ficam roxas a pretas quando maduros. Cada fruto contém geralmente duas sementes.\n- Folha e caule: ramos muitas vezes ligeiramente lenhosos; alguns cultivares têm espinhos leves nas ramificações.\n\nHabitat e distribuição\n- Origem: América tropical (regiões da América Central e do Sul).\n- Distribuição atual: amplamente naturalizada e invasora em áreas tropicais e subtropicais do mundo — África, Ásia, Austrália, ilhas do Pacífico e várias partes das Américas.\n- Ambiente preferido: locais abertos e ensolarados, bordas de matas, áreas degradadas, pastagens, cercas-vivas e jardins. Tolera solos pobres e períodos de seca.\n\nBiologia e ecologia\n- Floração: ocorre durante boa parte do ano em climas quentes; em regiões mais frias floresce na primavera-verão.\n- Polinização: atraem borboletas, abelhas e outros insetos nectívoros.\n- Dispersão: frutos atraem aves que se alimentam das drupas e dispersam as sementes. A capacidade de rebrotar e de produzir muitas sementes favorece a rápida expansão.\n- Invasividade: é considerada espécie invasora em muitos países, formando densos tapetes ou cerrados que competem com espécies nativas e dificultam a regeneração.\n\nUsos\n- Ornamental: muito usada em jardins por suas flores vistosas e grande duração da floração.\n- Medicinal popular: em várias tradições a planta é usada para tratar febre, dores, feridas e problemas respiratórios. Há estudos apontando propriedades antimicrobianas e anti-inflamatórias em extratos, mas o uso deve ser cauteloso.\n- Outras: usada também como cerca viva ou para cobertura de taludes, quando não invasiva.\n\nToxicidade e precauções\n- Toxicidade: partes da planta (especialmente frutas e folhas) contêm compostos tóxicos (lantadenos e outros triterpenóides). Ingestão por animais domésticos e de criação pode causar problemas hepáticos e fotossensibilização, e em casos graves levar a óbito. Em humanos, ingestão das frutas não é recomendada.\n- Manuseio: evitar ingestão e contato prolongado com seiva se houver pele sensível; lavar as mãos após poda.\n\nControle e manejo (quando invasora)\n- Mecânico: arrancar plantas jovens e cortar rebrotas; é preciso remover tocas raízes para evitar rebrotes.\n- Químico: herbicidas podem ser usados conforme regulamentação local, geralmente em combinação com manejo mecânico.\n- Biológico: em alguns países foram introduzidos insetos específicos para controle biológico, com resultados variados; deve-se seguir critérios técnicos e ambientais antes de qualquer intervenção.\n- Prevenção: evitar plantio em áreas naturais, controlar frutificação e dispersão por aves.\n\nCultivo e propagação (para uso ornamental)\n- Solo: prefere solos bem drenados, mas é tolerante a solos pobres.\n- Luz: pleno sol favorece maior floração.\n- Rega: tolera seca, mas responde bem a regas regulares em vasos/jardins.\n- Poda: podas regulares incentivam arbustos mais compactos e controlam a prolificidade.\n- Propagação: facilmente por estacas (talo) e por sementes; estacas enraízam rápido.\n\nComo identificar em campo (dicas simples)\n- Procure por arbustos com inflorescências redondas e multicoloridas.\n- Folhas opostas, rugosas, com cheiro forte quando esmagadas.\n- Frutos pequenos que escurecem ao amadurecer e atraem aves.\n- Formação de touceiras densas em áreas abertas é indicativo de comportamento invasivo.\n\nResumo final\nCamará (Lantana, grupo relacionado a L. camara / L. strigocamara) é um arbusto muito vistoso e resistente, amplamente usado como ornamental, mas com grande potencial invasor. Atrai polinizadores e aves, tem usos populares medicinais — porém contém compostos tóxicos que exigem cuidado no manejo. Em áreas naturais, seu controle exige esforço contínuo para evitar a dispersão e a formação de maciços.","Abaixo está um guia prático para plantar e cuidar do camará (Lantana — nome comum camará, frequentemente relacionado a Lantana camara/variedades semelhantes). Inclui preparo do local, plantio, cuidados rotineiros, propagação, pragas/doenças e precauções.\n\nDescrição rápida\n- Arbusto perene em climas quentes, florido, muito atrativo para borboletas e abelhas. Floração abundante em pleno sol. Pode ser invasivo em regiões tropicais/subtropicais.\n\nLocal e clima\n- Sol: pleno sol (mínimo 6–8 h/dia). Floresce melhor com sol abundante.\n- Clima: prefere clima quente; tolera seca moderada. Sensível a geadas — em regiões frias cultivar em vaso ou considerar como anual.\n- Verifique legislação/local: Lantana pode ser considerada invasora em algumas áreas.\n\nSolo e plantio\n- Solo: leve, bem drenado, pH levemente ácido a neutro (5,5–7). Evite solos alagadiços.\n- Preparo: incorporar matéria orgânica (composto) ao plantar para boa drenagem e nutrição.\n- Espaçamento: 60–120 cm entre plantas, dependendo da variedade e do porte desejado.\n- Profundidade: plantar na mesma cota do vaso; não enterrar o colo.\n- Época: plantar na primavera ou início do verão (quando o risco de geadas passou).\n\nRega\n- Após o plantio: regar regularmente nas primeiras 4–6 semanas para enraizamento.\n- Estabelecida: moderada; tolera seca. Regar quando o solo estiver seco a 2–3 cm de profundidade. Evitar encharcar para não causar podridão radicular.\n- Em vaso: rega mais frequente; deixar superfície do substrato secar entre regas.\n\nAdubação\n- Adubar na primavera com adubo balanceado (N-P-K 10-10-10 ou similar) e repetir a cada 6–8 semanas durante a estação de crescimento.\n- Evitar excesso de nitrogênio (favorece folhagem em detrimento das flores). Fertilizantes para floríferas ou com menor N são indicados.\n\nPoda e manejo de floração\n- Remover flores secas (deadhead) para incentivar nova floração.\n- Poda de formação e manutenção leve após a floração para controlar porte e estimular ramificação.\n- Poda de rejuvenescimento: no fim do inverno/início da primavera (ou antes da brotação) cortar até 1/3–1/2 para renovar a planta. Em regiões com geadas, podar após perigo de frio.\n- Use luvas ao podar (suco pode irritar pele em algumas pessoas).\n\nPropagação\n- Estacas: método mais eficiente. Fazer estacas semilenhosas/lenhosas (10–15 cm), remover folhas inferiores, aplicar enraizante e colocar em substrato bem drenado (perlite+turfa). Manter umidade e calor (20–25 °C). Raízes em 2–4 semanas.\n- Sementes: germinam, mas são mais lentas/variáveis. Frutos atraem aves — sementes dispersas podem originar plantas voluntárias.\n- Acamação: ramos tocando o solo costumam enraizar facilmente.\n\nPragas e doenças\n- Pragas comuns: pulgões, mosca-branca, cochonilhas, ácaros. Controle por inspeção regular, água jato, óleo hortícola, sabão inseticida, neem; usar inseticida sistêmico em infestações severas.\n- Doenças: podridão de raízes por excesso de água; míldio/pó branco em ambientes muito úmidos ou pouco ventilados. Melhorar drenagem e circulação de ar; fungicidas se necessário.\n- Controle integrado: boa irrigação, espaçamento adequado e manutenção preventiva.\n\nCuidados em vaso\n- Substrato leve e drenante. Vaso com furos.\n- Replantar / renovar substrato a cada 1–2 anos.\n- Em locais frios, mover para abrigo no inverno.\n\nToxicidade e cuidados ambientais\n- Todas as partes (especialmente frutos) são tóxicas para humanos, crianças e animais domésticos/gado — podem causar vômito, diarreia e outros problemas; em ruminantes pode haver fotossensibilização. Manusear com cuidado.\n- Risco invasivo: em determinadas regiões Lantana espalha-se facilmente; evitar plantio próximo a áreas naturais sensíveis e checar regulamentação local.\n\nResumo rápido de manejo\n- Sol pleno, solo bem drenado.\n- Regar regularmente até estabelecimento; depois moderado.\n- Adubar moderadamente e evitar excesso de N.\n- Podar regularmente e fazer poda forte na primavera para rejuvenescer.\n- Propagar por estacas; tomar cuidado com potencial invasivo e toxicidade.\n\nSe quiser, posso:\n- Indicar um calendário sazonal específico para a sua região (informe cidade/zoneamento climático ou zona de resistência).\n- Explicar passo a passo como enraizar estacas com mistura e temperatura ideais.","Camará (Lantana strigocamara): arbusto colorido tipo mosaico, cheirosinho, adora borboletas e se espalha rápido — beleza rebelde no jardim!","/uploads/species_cover/lantana-strigocamara.webp","Camará (Lantana strigocamara) forma maciços densos que suprimem plantas nativas e espalha sementes por aves, sendo altamente invasiva e capaz de rebrotar após corte.","Não plante em áreas naturais: evita-se invasão por sementes dispersas por pássaros.\nRemova flores e frutos antes de amadurecer para reduzir a propagação.\nAo eliminar, arranque o cepo e raízes ou aplique herbicida; não deixe estacas.\nUse luvas ao manusear: folhas e frutos são tóxicos para pessoas e animais.",[],1793306122315]