[{"data":1,"prerenderedAt":41},["ShallowReactive",2],{"lueheopsis-duckeana":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":34,"slug":35,"description":36,"planting_instructions":37,"short_description":38,"cover":39,"comments":40},"68d56689cbb74200216001da",[],[],[],[],[],"4260579","Lueheopsis duckeana Burret","açoita-cavalo",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32],{"url":15},"https://images.mobot.org/RISScanning02/detailImages/RISScanning02/103268000/132B7C68-CF7E-4539-A4E2-7423CB32DC97.jpg",{"url":17},"https://images.mobot.org/tropicosimages4/detailimages/TropicosImagesVol4/101262000/CE7CE839-F738-42E6-9C31-400737F8390F.jpg",{"url":19},"https://d2jcv3kl45hlgi.cloudfront.net/33573f9ca237f28651d2347c82b0c87f.jpg",{"url":21},"https://d2jcv3kl45hlgi.cloudfront.net/bb0e4845c135a864bad4ce2d994d81f9.jpg",{"url":23},"https://collections.nmnh.si.edu/media/?i=15423184&h=2000",{"url":25},"https://images.mobot.org/RISScanning02/detailImages/RISScanning02/103268000/2D01467D-8308-4746-AB54-EC116A25F9A6.jpg",{"url":27},"https://d2jcv3kl45hlgi.cloudfront.net/0e46ac939b63035cdf38f6665b2abe15.jpg",{"url":29},"https://collections.nmnh.si.edu/media/?i=15424894&h=2000",{"url":31},"http://sweetgum.nybg.org/images3/177/304/v-200-00996577.jpg",{"url":33},"https://images.mobot.org/RISScanning02/detailImages/RISScanning02/103268000/ED184629-7522-4AE2-A438-03C061F543B7.jpg","Lueheopsis duckeana","lueheopsis-duckeana","Açoita-cavalo (Lueheopsis duckeana)\n\n- Família: Malvaceae (antiga Tiliaceae)\n- Outros nomes: em várias regiões “açoita-cavalo” é usado para espécies parecidas; pode haver confusão com Luehea divaricata, que é outra planta.\n\nOrigem e ocorrência\n- Nativa da Amazônia. Ocorre principalmente na Amazônia brasileira e também em países vizinhos da bacia amazônica.\n- Aparece em florestas de terra firme e capoeiras (matas em regeneração), muitas vezes em áreas mais claras da floresta.\n\nPorte e aparência\n- Árvore de médio a grande porte, geralmente 10 a 25 m de altura, com tronco reto de casca pardo‑acinzentada, um pouco fissurada e fibrosa.\n- Copa arredondada a alongada, relativamente leve (deixa passar luz).\n\nFolhas\n- Simples, alternas, de formato oval a alongado, com bordas serrilhadas.\n- Três nervuras principais bem marcadas partem da base da folha (característico do grupo).\n- Superfície frequentemente um pouco áspera ao toque; face inferior com pelos finos.\n\nFlores\n- Pequenas, reunidas em cachos ou panículas nas axilas das folhas.\n- Geralmente esbranquiçadas a creme‑esverdeadas, com muitas estruturas florais para pólen (atraem abelhas).\n- Perfume suave, mais perceptível em dias quentes.\n\nFrutos e sementes\n- Cápsulas lenhosas que se abrem quando maduras, em 3 a 5 “valvas”.\n- Sementes com asas finas, dispersas pelo vento (anemocoria). Quando o fruto abre, lembra uma pequena estrela seca.\n\nEcologia\n- Espécie tipicamente heliófila (gosta de luz), comum em clareiras e bordas de floresta; atua como espécie de sucessão secundária.\n- Flores fornece néctar e pólen para abelhas e outros insetos. Os frutos secos são levados pelo vento, ajudando a colonizar áreas abertas.\n\nUsos\n- Madeira leve a moderadamente densa, de uso geral em carpintaria leve, caixotaria, ripas, embalagens e peças internas que não exigem alta durabilidade.\n- A casca é fibrosa; em espécies próximas do grupo, fibras são usadas tradicionalmente para cordoaria simples. Em Lueheopsis duckeana esse uso é possível em pequena escala.\n- Potencial paisagístico e para sombreamento leve, além de reflorestamento e recuperação de áreas degradadas por crescer relativamente rápido e atrair polinizadores.\n\nCultivo e manejo\n- Preferência por solos bem drenados e luz plena a meia‑sombra. Tolera solos pobres, desde que não haja encharcamento contínuo.\n- Crescimento geralmente rápido em áreas abertas; resposta positiva a capinas iniciais e adubação de plantio.\n- Em plantios mistos para restauração, combina bem com outras pioneiras e secundárias iniciais.\n\nPropagação\n- Principalmente por sementes. Colher frutos quando começam a abrir; secar à sombra para liberar as sementes aladas.\n- Semeadura em viveiro em substrato leve; germinação costuma ser boa se a semente for fresca. Transplantar quando as mudas tiverem 15–25 cm.\n- Plantio em campo preferencialmente no início das chuvas. Espaçamento comum em restauração: 3 x 2 m a 3 x 3 m, ajustando conforme o objetivo.\n\nFenologia (pode variar por região)\n- Floração em parte da estação chuvosa ou na transição para a seca.\n- Frutificação alguns meses depois, no período mais seco, favorecendo a dispersão pelo vento.\n\nConservação\n- Não há ampla sinalização de ameaça específica para a espécie onde a floresta se mantém contínua. A perda de habitat e a exploração madeireira desordenada podem reduzir populações locais.\n- Recomenda-se uso de sementes de origem conhecida e coleta responsável, mantendo árvores matrizes na natureza.\n\nComo reconhecer e diferença de espécies parecidas\n- Folhas com três nervuras desde a base, borda serrilhada e toque um pouco áspero, flores pequenas em cachos e cápsulas que se abrem em valvas com sementes aladas.\n- O nome “açoita‑cavalo” também é aplicado a Luehea divaricata (mais comum no Sul e Sudeste). Lueheopsis duckeana é amazônica e difere em detalhes de flor e fruto; em campo, a confirmação costuma exigir material fértil e, se possível, consulta a chave botânica.\n\nObservações\n- O epíteto “duckeana” homenageia Adolpho Ducke, importante pesquisador da flora amazônica.\n- Boa candidata para projetos de restauração na Amazônia por ser rústica, atrair polinizadores e dispersar‑se bem pelo vento.","Resumo prático de cultivo – Açoita‑cavalo (Lueheopsis duckeana)\n\nPanorama\n- Hábito: árvore nativa da Amazônia, médio porte (geralmente 8–20 m), copa arredondada.\n- Ecologia: espécie de florestas úmidas; tende a preferir calor, alta umidade e solos bem drenados. Jovens toleram luz filtrada; adultos se desenvolvem melhor a pleno sol.\n- Observação: “açoita‑cavalo” também é nome de Luehea spp. (ex.: L. divaricata). Lueheopsis duckeana é um táxon diferente, amazônico e sensível a frio. Maneje como espécie tropical úmida.\n\nAmbiente e solo\n- Clima: tropical úmido, sem geadas. Evite altitudes/frios intensos.\n- Luz: sol pleno a sol filtrado (meia‑sombra na fase inicial em viveiro).\n- Solo: franco a franco‑argiloso, fértil, com muita matéria orgânica, pH levemente ácido (≈5,0–6,5), bem drenado. Evite encharcamento prolongado.\n- Mulch: manter 5–8 cm de cobertura morta para conservar umidade e reduzir capina.\n\nPropagação por sementes\n1) Coleta: frutos capsulares lenhosos, colhidos quando começam a escurecer/abrir. Seque à sombra em saco de papel para liberar as sementes aladas.\n2) Limpeza/armazenamento: semeie o mais fresco possível; a viabilidade cai com o tempo e calor. Se guardar, local seco e frio.\n3) Semeadura (viveiro):\n   - Substrato: 1 parte terra vegetal + 1 parte composto bem curtido + 1 parte areia grossa.\n   - Cobertura: semeadura superficial (0,3–0,5 cm) ou apenas pressionar e cobrir levemente; sementes pequenas gostam de luz difusa.\n   - Sombreamento: 50–70% de sombrita até a emergência.\n   - Umidade/temperatura: substrato sempre úmido, não encharcado; 24–30 °C.\n   - Germinação: geralmente em 10–30 dias.\n4) Repicagem: quando plântulas tiverem 4–6 folhas verdadeiras, passar para sacos 15×25 cm.\n5) Rustificação: reduzir sombreamento gradualmente até sol pleno por 2–4 semanas antes do plantio a campo.\n6) Tamanho para plantio: mudas com 25–40 cm, bem enraizadas.\n\nPlantio em campo\n- Época: início da estação chuvosa local.\n  - Amazônia: geralmente dez–mar.\n  - Demais regiões: plante no começo das chuvas; evite períodos de seca ou frio.\n- Cova: 40×40×40 cm (ou maior conforme solo). Misturar ao solo de retorno:\n  - 8–12 L de composto/esterco bem curtido\n  - 100–200 g de fosfato natural ou 150 g NPK de base (ex.: 04‑14‑08)\n  - 50 g de calcário se pH \u003C5 (evite calcar em excesso; incorporar e aguardar 2–3 semanas antes do plantio).\n- Espaçamento:\n  - Restauração/floresta: 3×2 m a 3×3 m (ajuste conforme mix de espécies).\n  - Paisagismo/urbano: plante a 6–8 m de edificações/fiações.\n- Tutoramento e proteção: estaca firme por 6–12 meses; proteger contra formigas‑cortadeiras e herbivoria.\n\nIrrigação e manejo\n- Primeiros 3–6 meses: manter solo constantemente úmido. Em ausência de chuvas, 10–20 L por muda/semana (fracionar 2–3 vezes).\n- Após pegamento: espaçar regas; intensificar em estiagens longas.\n- Capinas: 3–6 limpezas/ano nos dois primeiros anos ou usar cobertura morta grossa.\n- Adubação de cobertura:\n  - 3 e 9 meses após o plantio: 50–80 g NPK equilibrado (ex.: 10‑10‑10) ou 200–300 g de composto ao redor da projeção da copa, sem encostar no tronco.\n  - Anual (anos 2–3): repetir conforme vigor da planta e fertilidade do solo.\n- Poda: apenas formativa e de limpeza (ramos secos, doentes, cruzados). Fazer no fim da estação chuvosa/início da seca. Evitar podas drásticas.\n\nCrescimento esperado\n- Moderado em condições boas (podendo atingir 0,8–1,5 m/ano nos primeiros anos). Em solos pobres/secos, o crescimento cai sensivelmente.\n\nPragas e doenças comuns\n- Formigas‑cortadeiras (saúvas/quebradeiras): monitorar e controlar desde o plantio.\n- Lagartas desfolhadoras e percevejos/cochonilhas: inspeção quinzenal; controle biológico/mecânico quando possível.\n- Fungos foliares e podridões de raiz: favorecidos por encharcamento e sombreamento excessivo. Melhorar drenagem e arejamento; evitar regas à noite e excesso de adubo nitrogenado.\n\nUsos e serviços ecossistêmicos\n- Reflorestamento e restauração de áreas degradadas em clima tropical úmido.\n- Sombreamento e paisagismo de grandes áreas em regiões sem geadas.\n- Flores e néctar tendem a atrair polinizadores; frutos/sementes podem favorecer fauna.\n\nCuidados regionais\n- Fora da Amazônia, só plante em locais livres de geada. Em climas mais secos, priorize plantio no início das chuvas e mantenha irrigação suplementar nos dois primeiros anos.\n\nNotas taxonômicas e de identificação\n- Evite confundir com Luehea divaricata (também chamada açoita‑cavalo, típica do Sul/Sudeste e mais tolerante ao frio). Lueheopsis duckeana é amazônica e, em geral, mais exigente em calor/umidade.\n\nSe precisar, posso formatar isso em campos de banco de dados (nome científico, nomes comuns, porte, clima, solo, propagação, espaçamento, adubação, irrigação, pragas, usos, etc.).","Açoita-cavalo (Lueheopsis duckeana): árvore nativa robusta, copa fresca, flores discretas e muito uso pela fauna. Força de floresta com jeitão gentil!","/uploads/species_cover/lueheopsis-duckeana.webp",[],1793306113218]