[{"data":1,"prerenderedAt":57},["ShallowReactive",2],{"peltophorum-africanum":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":48,"slug":49,"description":50,"planting_instructions":51,"short_description":52,"cover":53,"curiosity":54,"tips":55,"comments":56},"68d835bbd534ba00223aee64",[],[],[],[],[],"2952780","Peltophorum africanum Sond.","Acácia chorona",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42,44,46],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605106815/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604493042/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604802663/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604802737/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605440586/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605370687/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604401261/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/606196165/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/606196551/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/606196568/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/606591213/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610936013/original.jpg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610936030/original.jpg",{"url":41},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610936059/original.jpg",{"url":43},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610936083/original.jpg",{"url":45},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610936115/original.jpg",{"url":47},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/606866330/original.jpg","Peltophorum africanum","peltophorum-africanum","Acácia chorona (Peltophorum africanum)\n\nResumo rápido\n- Família: Fabaceae (leguminosas)\n- Origem: savanas e florestas abertas da África Subsaariana (do leste ao sul do continente)\n- Porte: árvore de médio porte, 7–15 m de altura (podendo chegar a 20 m), copa arredondada e ampla\n- Uso: ornamental, sombreamento, madeira; muito atrativa para polinizadores\n- Por que “chorona”: as folhas “pingam” um líquido açucarado por causa de insetos sugadores (psilídeos), não porque a árvore solte seiva sozinha\n\nComo reconhecer\n- Folhas: compostas e bipinadas, lembram samambaias, verde-vivas; a espécie pode ser caducifólia ou semidecídua conforme o clima (perde parte das folhas na seca ou no frio).\n- Flores: grandes cachos terminais de flores amarelas intensas, perfumadas, na primavera e verão. Muito vistosas, cheias de abelhas e outros insetos.\n- Frutos: vagens planas, marrons e lenhosas ao amadurecer, com poucas sementes duras.\n- Casca: cinza-escura a castanha, ficando mais fissurada com a idade.\n\nOrigem e ecologia\n- Habita savanas, matas secas e bordas de cursos d’água; prefere solos bem drenados.\n- Resiste bem à seca depois de estabelecida; tolera geadas leves quando adulta, mas mudas jovens sofrem com frio.\n- Como leguminosa, contribui para a ciclagem de nitrogênio no solo.\n- Muito visitada por abelhas, borboletas e outros polinizadores; a copa oferece sombra e abrigo à fauna.\n\nO “chorar” explicado\n- O gotejamento vem principalmente de insetos psilídeos que sugam a seiva e excretam um “melado” (honeydew). Em dias quentes pode pingar bastante, parecendo chuva fina debaixo da copa.\n- Esse melado pode atrair formigas e favorecer fumagina (camada preta de fungo) sobre folhas, calçadas e carros.\n\nUsos\n- Ornamental e de sombra em ruas largas, praças e jardins amplos.\n- Madeira dura e resistente, empregada em móveis, cabos de ferramentas e pequenas estruturas.\n- Casca rica em taninos (tradicionalmente usada para curtimento e tinturas); partes da planta são usadas em fitoterapia local — uso caseiro não é recomendado sem orientação.\n- Folhagem pode servir de forragem leve para fauna e, em algumas regiões, para gado durante a seca.\n\nCultivo\n- Clima: tropical a subtropical; em regiões com geadas, proteja as plantas jovens.\n- Luz: pleno sol para melhor floração e copa densa.\n- Solo: bem drenado; vai bem em solos arenosos a argilosos, de ligeiramente ácidos a neutros. Evite encharcamento.\n- Água: regas regulares no primeiro ano; depois, tolera períodos sem chuva. Em vasos, não deixe o substrato saturado.\n- Adubação: matéria orgânica na cova de plantio e adubações anuais leves estimulam crescimento e floração.\n- Poda: de formação nos primeiros anos para conduzir um tronco principal e elevar a copa. Remova galhos cruzados ou mal posicionados no fim do inverno.\n- Espaçamento: para uso paisagístico, plante com 6–10 m entre indivíduos, considerando a copa ampla.\n\nPropagação\n- Sementes: possuem tegumento duro. Escarifique (lixar levemente ou dar um pequeno corte) e/ou deixe em água quente que possa ser tocada (não fervente) por 12–24 h antes da semeadura. Germinação em 1–3 semanas.\n- Estacas: possíveis, mas com menor taxa de sucesso; sementes são o método mais comum.\n- Transplante: mudeiros jovens pegam bem se as raízes não forem muito danificadas.\n\nPragas e doenças\n- Psilídeos (causam o “chorar”), pulgões e cochonilhas podem aparecer; o controle integrado (atrair inimigos naturais, jato de água, óleo hortícola) costuma bastar.\n- Fumagina pode escurecer folhas e superfícies por causa do melado; é mais incômoda do que perigosa para a planta.\n- Em solos encharcados, há risco de fungos de raiz.\n\nCuidados e alertas\n- Evite plantar sobre vagas de estacionamento, quintais com piso claro ou próximos a mobiliário, por causa do gotejamento pegajoso na estação quente.\n- Raízes são vigorosas como em muitas árvores de savana; mantenha boa distância de muros e tubulações.\n- Não é considerada fortemente invasora fora de sua área de origem, mas sempre verifique a lista de espécies recomendadas/regulamentadas na sua região.\n\nCuriosidades e distinções\n- Apesar do nome comum “acácia-chorona”, não é uma Acacia verdadeira; pertence ao gênero Peltophorum. O nome vem da semelhança das folhas com acácia e do hábito de “chorar”.\n- Parente famoso: Peltophorum pterocarpum, muito cultivada em áreas tropicais como “flamboyant-amarelo”. P. africanum é africana, mais rústica à seca e de porte um pouco mais contido.\n\nEm resumo: é uma árvore africana de sombra e floração amarela muito ornamental, rústica à seca e ótima para atrair polinizadores, mas que pode “pingar” melado por causa de insetos, exigindo escolha cuidadosa do local de plantio.","Aqui vai um guia prático para plantar e cuidar da Acácia-chorona (Peltophorum africanum), também chamada “weeping wattle”:\n\nIdentificação rápida\n- Porte: árvore caducifólia de médio porte, 7–15 m de altura, copa arredondada.\n- Folhagem: folhas compostas, elegantes; perde parte ou todas as folhas na estação seca/fria.\n- Flores: cachos grandes de flores amarelas no fim da primavera e verão.\n- Observação: o “choro” (gotejamento) costuma ser causado por insetos sugadores sazonais; é principalmente incômodo estético.\n\nClima e exposição\n- Clima: tropical a subtropical. Tolerância a frio leve após estabelecida; pode sofrer danos com geadas fortes (\u003C -2 °C).\n- Exposição: sol pleno (mínimo 6 h/dia). Ventos: tolerante, mas estacas ajudam enquanto jovem.\n\nSolo\n- Tipo: bem drenado; arenoso a areno-argiloso. Evite encharcamento.\n- pH: levemente ácido a neutro (aprox. 5,5–7,5).\n- Matéria orgânica: beneficia-se de solo com alguma matéria orgânica, sem excesso.\n\nÉpoca de plantio\n- Ideal no início da estação chuvosa ou na primavera. Em áreas com geada, plante após o risco de frio.\n\nComo plantar (passo a passo)\n1) Cova: 2–3 vezes mais larga que o torrão, mesma profundidade.\n2) Substrato: misture à terra retirada 20–30% de composto bem curtido. Não exagere no adubo.\n3) Posicionamento: coloque a muda com o colo no nível do solo. Não enterre o tronco.\n4) Preenchimento: firme sem compactar demais; faça bacia de rega.\n5) Rega inicial: irrigação profunda após o plantio.\n6) Tutoramento: 1–2 tutores, guia solto, por 6–12 meses em locais ventosos.\n7) Mulching: 5–8 cm de cobertura morta (longe 5–10 cm do tronco).\n\nIrrigação\n- 0–3 meses: 2–3 regas profundas/semana (ajuste ao clima/chuvas).\n- 3–12 meses: 1–2/semana.\n- Após estabelecida (≥ 1–2 anos): geralmente apenas em estiagens prolongadas. Evite encharcar.\n\nAdubação\n- No solo fértil, é opcional. Em solos pobres: adubo granulado de liberação lenta e balanceado no início da primavera, dose leve. Evite excesso de nitrogênio (pode reduzir a floração).\n- Reponha o mulching anualmente.\n\nPoda\n- Formação nos 2–3 primeiros anos: defina tronco e levante a copa (retire ramos baixos gradualmente).\n- Manutenção: poda leve após a floração para remoção de ramos cruzados, doentes ou secos. Evite “topiar”/despontas drásticas.\n\nEspaçamento e localização\n- Raízes: não são famosas por invasividade agressiva, mas plante com bom recuo.\n- Distâncias: 4–6 m de construções, muros, calçadas e tubulações; copa adulta pode abrir 6–10 m.\n- Evite sobre carros/piscinas: na temporada de “chorar” pode pingar e sujar.\n\nPragas e problemas comuns\n- Cigarrinhas/spittlebugs (ex.: Ptyelus spp.): produzem espumas nos ramos e causam gotejamento pegajoso. Geralmente dano leve; controle com jato d’água, poda de ramos muito infestados ou óleo hortícola em infestação intensa.\n- Pulgões/escamas: podem atacar brotações novas; controle biológico ou óleo/neem.\n- Lagartas desfolhadoras: recolha manual ou Bacillus thuringiensis.\n- Fungos de solo apodrecedores: prevenidos com boa drenagem e rega moderada.\n\nPropagação por sementes (método mais comum)\n1) Coleta: retire sementes de vagens maduras, secas e marrons.\n2) Quebra de dormência: escarificação mecânica leve (lixar a casca) ou água quente (60–80 °C; desligue o fogo, jogue a água sobre as sementes e deixe de molho 12–24 h até incharem).\n3) Semeio: 1–2 cm de profundidade em substrato bem drenado; mantenha úmido, não encharcado.\n4) Germinação: em 1–3 semanas, dependendo da temperatura.\n5) Repique: transplante quando tiverem 2–3 pares de folhas verdadeiras.\n\nCultivo em vaso\n- Possível por alguns anos: use recipiente grande (≥ 60 L), substrato drenante e podas de formação. A espécie tende a ficar grande; idealmente vai para o solo.\n\nCalendário rápido (Sudeste/Sul do Brasil; ajuste conforme clima local)\n- Primavera: plantio, adubação leve, podas após floração, regas regulares.\n- Verão: regas conforme necessidade; monitorar cigarrinhas (gotejamento).\n- Outono: reduzir regas; limpeza de copa.\n- Inverno: proteção contra geada em mudas jovens (tela, manta).\n\nDicas finais\n- Plante em pleno sol para melhor floração.\n- Priorize drenagem e rega profunda e espaçada.\n- Considere o “chorar” sazonal ao escolher o local.\n\nSe você me disser sua cidade/região e se a árvore ficará próxima a construções ou carros, faço um plano de plantio/rega mais preciso.","Acácia chorona (Peltophorum africanum): copa de guarda-chuva, flores douradas e folhas que pingam seiva. Um imã para abelhas e passarinhos!","/uploads/species_cover/peltophorum-africanum.webp","Peltophorum africanum (Acácia chorona) forma panículas de flores amarelas que atraem muitas abelhas e ajuda a enriquecer o solo por ser da família das leguminosas.","Plante em solo bem drenado e ao sol pleno para floração abundante.\nRegue moderadamente: tolera seca, mas jovem precisa de água regular no primeiro ano.\nPode ser podada após a floração para manter forma e estimular rebrotas.",[],1793306113123]