[{"data":1,"prerenderedAt":102},["ShallowReactive",2],{"solanum-lycocarpum":3},{"_id":4,"synonyms":5,"climates":6,"popular_names":7,"origins":8,"types":9,"categories":11,"cycles":13,"heights":15,"stratums":16,"warnings":17,"images":18,"name":19,"scientific_name":20,"slug":21,"pictures":22,"description":93,"planting_instructions":94,"short_description":95,"gbif_id":96,"canonical_name":97,"cover":98,"curiosity":99,"tips":100,"comments":101},"64fbededda10e0c1afce8fce",[],[],[],[],[10],"Árvores",[12],"Alimentícias",[14],"Longo (Perene)",[],[],[],[],"Lobeira","Solanum lycocarpum A.St.-Hil.","solanum-lycocarpum",[23,25,27,29,31,33,35,37,39,41,43,45,47,49,51,53,55,57,59,61,63,65,67,69,71,73,75,77,79,81,83,85,87,89,91],{"url":24},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/347780065/original.jpeg",{"url":26},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/347780080/original.jpeg",{"url":28},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/347780088/original.jpeg",{"url":30},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/351172835/original.jpg",{"url":32},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/351172855/original.jpg",{"url":34},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/351599146/original.jpg",{"url":36},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/354161059/original.jpeg",{"url":38},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/354161124/original.jpeg",{"url":40},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/359187258/original.jpg",{"url":42},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/359187247/original.jpg",{"url":44},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/359187235/original.jpg",{"url":46},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/359879155/original.jpeg",{"url":48},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/359879179/original.jpeg",{"url":50},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/359879261/original.jpeg",{"url":52},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/359879237/original.jpeg",{"url":54},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/359879092/original.jpeg",{"url":56},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/359879220/original.jpeg",{"url":58},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/359879286/original.jpeg",{"url":60},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/359879198/original.jpeg",{"url":62},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/359879133/original.jpeg",{"url":64},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/389114025/original.jpeg",{"url":66},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/389113955/original.jpeg",{"url":68},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/389114106/original.jpeg",{"url":70},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/380271515/original.jpeg",{"url":72},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/380271565/original.jpeg",{"url":74},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/386574480/original.jpeg",{"url":76},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/386574537/original.jpeg",{"url":78},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/386574607/original.jpeg",{"url":80},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/386574428/original.jpeg",{"url":82},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/386574678/original.jpeg",{"url":84},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/386575614/original.jpeg",{"url":86},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/386575557/original.jpeg",{"url":88},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/386575503/original.jpeg",{"url":90},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/386575670/original.jpeg",{"url":92},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/386575711/original.jpeg","A espécie \"Solanum lycocarpum\" é conhecida popularmente como \"fruta-do-lobo\" ou \"lobeira\". É uma planta nativa do Brasil, encontrada principalmente no cerrado. Ela é uma árvore de porte médio, que pode atingir até 10 metros de altura.\n\nA fruta-do-lobo possui um fruto grande e redondo, com cerca de 10 centímetros de diâmetro. A casca é lisa e de cor verde quando está imatura, e amarela quando madura. A polpa é branca e suculenta, com um sabor adocicado e levemente ácido.\n\nEssa espécie é muito importante para a fauna do cerrado, pois seus frutos são consumidos por diversos animais, como lobos-guará, tatus e aves. Além disso, a fruta-do-lobo também é utilizada na alimentação humana, sendo consumida in natura ou na forma de sucos, geleias e doces.\n\nA planta possui propriedades medicinais, sendo utilizada na medicina popular para tratar problemas digestivos e respiratórios. Além disso, suas folhas são utilizadas na fabricação de chás e infusões.\n\nA Solanum lycocarpum é uma espécie resistente e adaptada ao clima do cerrado, sendo capaz de suportar longos períodos de seca. No entanto, ela está ameaçada devido à destruição do seu habitat natural e à exploração descontrolada de seus frutos.\n\nÉ importante preservar essa espécie e seu habitat, pois ela desempenha um papel fundamental na biodiversidade do cerrado e na alimentação de diversos animais.","A espécie \"Solanum lycocarpum\", também conhecida como lobeira ou fruta-do-lobo, é uma planta nativa do cerrado brasileiro. Aqui estão algumas dicas sobre como plantar e cuidar dessa espécie:\n\n1. Clima e solo: A lobeira é uma planta adaptada ao clima tropical e subtropical. Ela prefere sol pleno e solo bem drenado. O solo ideal é rico em matéria orgânica e ligeiramente ácido.\n\n2. Propagação: A lobeira pode ser propagada por sementes. As sementes devem ser colhidas de frutos maduros e limpas de polpa. Elas podem ser plantadas diretamente no solo ou em recipientes individuais.\n\n3. Plantio: Se você optar por plantar as sementes em recipientes, encha-os com substrato rico em matéria orgânica. Plante as sementes a uma profundidade de cerca de 1 cm e cubra com uma fina camada de substrato. Mantenha o solo úmido, mas evite encharcar.\n\n4. Rega: A lobeira precisa de regas regulares, especialmente durante os primeiros meses após o plantio. Mantenha o solo úmido, mas evite encharcar. No entanto, a planta é resistente à seca e pode sobreviver em condições de pouca água.\n\n5. Adubação: Faça adubações regulares com fertilizantes orgânicos, como composto ou esterco bem curtido. Aplique o adubo ao redor da base da planta, evitando o contato direto com o caule.\n\n6. Poda: A lobeira não requer podas regulares, mas você pode fazer podas de formação para manter a planta com uma aparência mais compacta. Remova galhos secos, doentes ou danificados.\n\n7. Proteção contra pragas e doenças: A lobeira é geralmente resistente a pragas e doenças, mas pode ser afetada por cochonilhas e pulgões. Verifique regularmente a planta em busca de sinais de infestação e trate com inseticidas naturais, se necessário.\n\n8. Colheita: A fruta-do-lobo amadurece no final do verão e início do outono. As frutas devem ser colhidas quando estiverem completamente maduras, pois não amadurecem mais após a colheita. Elas são comestíveis e podem ser consumidas in natura ou utilizadas em receitas.\n\nLembre-se de que essas são apenas diretrizes gerais e que as necessidades da planta podem variar dependendo das condições locais. É sempre uma boa ideia pesquisar mais sobre a espécie e adaptar as práticas de cultivo às condições específicas do seu jardim.","Conheça a \"Fruta do Lobo\", a Solanum lycocarpum! Com seu formato exótico e sabor único, essa planta é uma verdadeira aventura para o paladar. Seu fruto, parecido com um tomate gigante, é cheio de mistérios e encantos. Prepare-se para uma viagem selvagem de sabores e descubra por que essa espécie é tão especial na natureza!","2930421","Solanum lycocarpum","/uploads/species_cover/solanum-lycocarpum.webp","O fruto da lobeira é alimento preferido do lobo-guará, sendo essencial para a dieta e dispersão das sementes no Cerrado.","Plante em solo bem drenado e com sol pleno; tolera solos pobres do Cerrado.\nIrrigue moderadamente; excesso de água prejudica as raízes.\nColha frutos maduros (amarelos) para consumo ou para semeadura.\nEvite pesticidas; mantenha corredores naturais para a fauna dispersora de sementes.",[],1793410671166]