[{"data":1,"prerenderedAt":71},["ShallowReactive",2],{"sterculia-apetala":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":62,"slug":63,"description":64,"planting_instructions":65,"short_description":66,"cover":67,"curiosity":68,"tips":69,"comments":70},"69eb5645c91ff40022ebf3de",[],[],[],[],[],"5406679","Sterculia apetala (Jacq.) H.Karst.","Manduvi",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42,44,46,48,50,52,54,56,58,60],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/609468975/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/609468996/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/609468987/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/609553721/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/609553732/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610480949/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/606481346/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/606481375/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/606481388/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610331958/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/611777898/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/611777922/original.jpg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/611777939/original.jpg",{"url":41},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/611777950/original.jpg",{"url":43},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/611029718/original.jpg",{"url":45},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/618294550/original.jpg",{"url":47},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/618294562/original.jpg",{"url":49},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/618294578/original.jpg",{"url":51},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/612182995/original.jpg",{"url":53},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/612183022/original.jpg",{"url":55},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/612183085/original.jpg",{"url":57},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/612183112/original.jpg",{"url":59},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/612183142/original.jpg",{"url":61},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/613455065/original.jpg","Sterculia apetala","sterculia-apetala","Manduvi (Sterculia apetala)\n\nIdentificação rápida\n- Nome científico: Sterculia apetala. Família Malvaceae (antigamente incluída em Sterculiaceae).\n- Nome comum: manduvi (também escrito manduví em espanhol/guarani).\n- Tipo: árvore de grande porte, usada na mata nativa e em arborização.\n\nOnde vive\n- Distribuição: ocorre em regiões tropicais e subtropicais da América do Sul (ex.: parte do Brasil, Paraguai, Argentina e países vizinhos), em formações florestais como matas ciliares e remanescentes de Mata Atlântica/Pantanal.  \n- Habitat: prefere locais com solo relativamente profundo e úmido; é comum ao longo de rios e áreas com boa disponibilidade de água.\n\nCaracterísticas morfológicas (linguagem simples)\n- Porte: árvore de grande porte, geralmente entre 15 e 30 metros de altura, podendo variar conforme o ambiente.  \n- Tronco e casca: tronco robusto; casca geralmente rugosa, de cor acinzentada a marrom.  \n- Folhas: folhas relativamente grandes; caem em épocas secas em populações que apresentam comportamento parcialmente caducifólio (ou seja, perde parte das folhas por estação).  \n- Flores: as flores aparecem em cachos; são relativamente discretas (não chamam tanto a atenção como flores vistosas). Botanicamente, apresentam um cálice/estrutura floral típica do grupo, muitas vezes sem pétalas vistosas.  \n- Frutos e sementes: produz frutos lenhosos que se abrem ao secar, liberando sementes relativamente grandes, de cor castanha-escura e aspecto brilhante. As sementes atraem fauna e podem ser dispersas por animais.\n\nEcologia\n- Papel ambiental: é uma espécie importante em bordas de matas e matas ciliares, contribuindo com sombra, matéria orgânica e abrigo para aves e pequenos mamíferos. Flores e sementes servem de alimento para fauna local.  \n- Polinizadores e dispersores: polinização e dispersão envolvem insetos, aves e possivelmente morcegos e pequenos mamíferos, dependendo da área.\n\nUsos humanos\n- Madeira: madeira aproveitável para usos locais — marcenaria, construção leve, lenha e carvão — dependendo da qualidade e tamanho das árvores.  \n- Paisagismo e sombreamento: por seu porte, é usada como árvore de sombra em parques e áreas urbanas quando há espaço.  \n- Alimentação/uso de sementes: há registros de uso de sementes em algumas localidades (geralmente após preparo, como torrefação), mas esse uso é menos difundido que o da madeira e do paisagismo.  \n- Outros usos: pode ter usos tradicionais locais (culturais ou medicinais), variando por região.\n\nCultivo e manejo (dicas gerais)\n- Condições: desenvolve-se melhor em solos profundos e com boa disponibilidade hídrica; aprecia locais ensolarados a meia-sombra.  \n- Espaçamento: por ser de grande porte, requer espaço amplo para crescimento e para evitar conflitos com estruturas.  \n- Conservação: muitas populações nativas sofrem com desmatamento e fragmentação; conservar matas ciliares e corredores florestais ajuda a manter a espécie e a fauna associada.\n\nConservação e observações finais\n- A situação de conservação pode variar localmente; para projetos ou restauração, consulte listas nacionais ou estaduais (e a IUCN se disponível) para saber o estado de conservação na sua região.  \n- É uma árvore de valor ecológico e paisagístico, útil em restauração de margens de rios e áreas de mata remanescente.\n\nSe quiser, posso:\n- Mostrar fotos e ilustrações da espécie;\n- Fornecer mapa de distribuição mais detalhado;\n- Indicar referências bibliográficas ou guias de identificação locais.","Aqui vai um guia prático para plantar e cuidar do manduvi (Sterculia apetala). Inclui desde a coleta e preparo das sementes até os cuidados de manutenção. Observação: valores como tempo de germinação e altura são aproximados e podem variar com clima e manejo local.\n\nDescrição rápida\n- Nome comum: manduvi. Nome científico: Sterculia apetala (família Malvaceae / antiga Sterculiaceae).\n- Porte: árvore de grande porte (frequentemente 15–30 m quando bem desenvolvida).\n- Uso: arborização, sombra, reflorestamento, madeira e habitat para fauna.\n\n1) Escolha do local\n- Exposição: sol pleno a meia-sombra (prefere bastante luz para bom desenvolvimento).\n- Solo: profundo, fértil e bem drenado; tolera solos levemente ácidos a neutros (pH ~5,5–7,5). Evitar solos encharcados.\n- Espaçamento: para árvores isoladas ou parques deixe 8–12 m entre plantas; em povoamento para madeira pode reduzir até 5–8 m conforme objetivo.\n\n2) Propagação por sementes (método mais comum)\n- Colheita: recolher frutos maduros (quando secos/abertos) e extrair sementes. Use sementes frescas para melhor viabilidade.\n- Armazenamento: sementes recalcitrantes/perdem vigor com rapidez — plantar logo que possível. Armazenamento curto em local seco e fresco.\n- Pré‑tratamento: muitas sementes de Sterculia têm tegumento relativamente duro — pode-se fazer imersão em água morna por 12–24 h antes de semear; em casos de baixa germinação, leve a leve escarificação mecânica ou imersão mais longa (cuidado para não danificar o embrião).\n- Semeadura: substrato leve e bem drenado (terra vegetal + areia ou perlita). Profundidade ~1–2 cm ou cobrir levemente.\n- Condições: temperatura morna (20–30 °C) e umidade constante. Mantenha o substrato úmido, não encharcado.\n- Germinação: costuma ocorrer em semanas a alguns meses (geralmente 2–8 semanas, dependendo da qualidade da semente e do tratamento).\n- Transplante: quando as mudas tiverem 3–4 folhas verdadeiras e sistema radicular desenvolvido, transplante para vasinhos maiores e depois para o local definitivo após 6–12 meses, conforme vigor.\n\n3) Propagação por estaquia/air‑layering\n- Cortes: enraizamento por estacas não é o método mais usado (variável o sucesso). Air‑layering (alporquia) em galhos saudáveis costuma ter maior taxa de sucesso se manejado adequadamente.\n- Uso de hormônio enraizador e ambiente húmido ajuda.\n\n4) Plantio no local definitivo\n- Cova: 60×60×60 cm ou maior, dependendo do porte esperado e do solo. Afrouxe o solo ao redor.\n- Mistura: preencher com terra de cova misturada com composto orgânico bem curtido. Evite adubar em excesso na cova com fertilizantes químicos concentrados.\n- Nível: plantar na mesma profundidade do torrão da muda. Não enterrar o colo.\n- Amparo: tutor se a muda for alta ou houver risco de vento; remover quando raízes estiverem firmes.\n\n5) Regas\n- Primeiro ano: regas regulares para manter o solo úmido, especialmente nos primeiros 6–12 meses. Regue profundamente 1–2x por semana dependendo do clima (mais frequente em seca).\n- Após estabelecida: tolera períodos secos mais longos, mas responde bem a regas na seca para crescimento contínuo.\n- Evitar encharcamento (prejudica raízes).\n\n6) Adubação\n- No plantio: composto orgânico na cova.\n- Manutenção: aplicar adubo equilibrado (N-P-K) ou adubo orgânico 1–2 vezes por ano nos primeiros anos. Exemplo: dose moderada de adubo NPK 10-10-10 a cada 6–12 meses, ajustando conforme análise foliar/solo.\n- Palhada (mulch): manter cobertura orgânica (5–10 cm) ao redor da base, deixando distância do tronco, ajuda a conservar água e melhorar solo.\n\n7) Poda e formação\n- Poda de formação nos primeiros anos para conduzir o tronco e definir estrutura (manter um líder central, remover galhos mal posicionados).\n- Poda de limpeza para retirar galhos doentes, secos ou concorrentes.\n- Evitar podas drásticas em árvores adultas; realize cortes limpos e em época de menor estresse hídrico.\n\n8) Pragas e doenças\n- Em geral é espécie resistente, mas podem ocorrer:\n  - Pulgões, cochonilhas, lagartas (defoliação): controle manual, sabão inseticida ou óleo de nim; para infestações graves, inseticidas específicos.\n  - Brocas/larvas xilófagas em árvores debilitadas: prevenção com manejo adequado; controle profissional se necessário.\n  - Doenças fúngicas (podridões radiculares, manchas foliares) em solos encharcados ou muito fechados: melhorar drenagem, evitar regas excessivas e tratar com fungicidas quando indicado.\n- Monitorar regularmente e intervir cedo.\n\n9) Cuidados urbanos e considerações práticas\n- Por ser de grande porte e com raiz potencialmente forte/buttress, evitar plantio muito próximo a construções, calçadas ou redes subterrâneas.\n- Fornece boa sombra; ideal para praças, larguras de avenida e reflorestamentos em grandes áreas.\n- Em áreas de reflorestamento, favorece fauna por produzir abrigo/recursos.\n\n10) Dicas finais\n- Use mudas de viveiro bem vigorosas ou sementes frescas de fontes confiáveis para maior sucesso.\n- Se o objetivo for recuperação de áreas degradadas, associe com espécies nativas complementares para melhor estrutura do ecossistema.\n- Em climas fora da sua faixa nativa, ajuste manejo de rega e proteção contra frio/ventos conforme necessário.\n\nSe quiser, posso:\n- indicar um passo a passo detalhado de semeadura com volumes e mistura de substrato para viveiro;\n- ajudar a calcular espaçamento e número de mudas para um viveiro/plantio de X hectares;\n- ou comentar sobre características locais (se você informar o município/bioma).","Manduvi (Sterculia apetala): árvore imponente, copa generosa que dá sombra, abriga pássaros e encanta com flores e frutos exóticos.","/uploads/species_cover/sterculia-apetala.webp","O manduvi forma grandes vagens que, ao abrirem, revelam sementes brilhantes muito consumidas por aves e mamíferos, o que favorece a dispersão natural da espécie.","Plante em solo profundo, fértil e bem drenado; prefere sol pleno ou meia-sombra.\nRegue regularmente no primeiro ano; depois tolera curtos períodos de seca.\nPode ser podado para formar copa de sombra; faça podas leves fora da florada.\nMultiplica-se por sementes frescas; pre-germiná-las em ambiente úmido aumenta o sucesso.",[],1793306143504]